Início Distrito Federal Ceilândia Com 4 votos a favor e 3 contra prisão antecipada, STF suspende julgamento sobre 2ª instância
CeilândiaGeralJUSTIÇALava a jato

Com 4 votos a favor e 3 contra prisão antecipada, STF suspende julgamento sobre 2ª instância

Compartilhar
Compartilhar

Com o placar de 4 votos a favor e 3 contra prisão após condenação em 2ª instância, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o terceiro dia de julgamento sobre a prisão antecipada após condenação em segunda instância. Julgamento deve ser retomando em novembro

Nesta quinta-feira, votaram os ministros Rosa Weber, Luiz Fux e Ricardo Lewandowski. Faltam os votos de Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli. O julgamento deve ser retomado em novembro.

O último a votar foi o ministro Ricardo Lewandowski, que defendeu tese contra a prisão após condenação em segunda instância. Ao inicar seu voto, o ministro lembrou que o papel dos ministros é defender a Constituição e respeitar o texto constitucional. 

“Antes de proferrir o voto propriamente dito, recordo que ao ser empossado no cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal em sessão realizada no dia 16/03/2006, assumi o solene compromisso de cumprir a Constituição e as leis da República sem concessões à opinião pública ou publicada e nem a grupos de pressão. E desse compromiso, senhor presidente, jamais me desviei e não posso desviar-me agora, pois tenho o inequívoco dever, sob pena inclusive de prevaricação, de dar estrito cumprimento a votande do legislador constituinte ordinário, que vocaliza a vontande do povo soberano, especialmente quando o texto normativo não comporta, como é o caso dos autos, qualquer margem de interpretação”, disse o ministro.

Lewandowski disse ainda que as mudanças na Constituição não poderão tornar vulneráveis as garantias previstas na Carta Magna e citando as cláusulas pétreas da Constituição, Lewandowski afirmou que entre estas cláusulas está a presunção de inocência, a “salvaguarda do cidadão”.

“Salta aos olhos que, em tal sistema, ao qual de resto convive com a existência de 800 mil presos encarcerados em condições subumanas, com 40% de prisões provisórias, em um estado de coisas inconstitucional, multiplica-se a possibilidade e cometimento de erros judiciais de magistrados de primeira e segunda instâncias. Daí a relevância da presunção de inocência”, defendeu.

Siga nossas redes sociais Site:

https://www.ceilandiaemalerta.com.br/
Site: http://jornaltaguacei.com.br/
Página noFacebook: https://www.facebook.com/CeilandiaEmAlerta
Página noFacebook: https://www.facebook.com/jtaguacei/
Página pessoal: https://www.facebook.com/jeova.rodriguesneves.5
Página pessoal: htt ps://www.facebook.com/jeova.rodriguesneves
Twiter: https://twitter.com/JTaguacei
Instagram: https://www.instagram.com/jeovarodriguespt13p
https://www.youtube.com/channel/UCPu41zNOD5kPcExtbY8nIgg?view_as=subscriberookok.

Compartilhar

Deixe um Comentário

Deixe uma resposta

Artigos Relacionados

Guerra contra o Irã entra no sexto dia com expansão do conflito no Oriente Médio

O conflito militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã chegou ao sexto...

Caps Ceilândia (DF) dispensa servidores e unidade corre risco de fechar internação

O Distrito Federal tem a menor cobertura de Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do...

25 de fevereiro de 2026 — Justiça por Marielle Franco✊🏾

Hoje o Brasil deu um passo importante contra a impunidade. O Supremo...

Banco Master: o saque ao povo do DF não pode ficar Impune

Manifesto minha profunda indignação sobre o escândalo do Banco Master. Enquanto nossa...