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Motta desmente Paulinho da Força e diz que votação do IR não está condicionada à anistia

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Presidente da Câmara garante que análise da isenção do IR ocorrerá na data prevista e nega vínculo com projeto que beneficia Bolsonaro

 O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (25) que a votação do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda ocorrerá na próxima quarta-feira (1º), como já estava previsto, sem qualquer relação com outras pautas em discussão no Congresso.

Segundo destacou o jornal Folha de S.Paulo, a declaração foi uma resposta direta ao relator da proposta, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que havia sugerido na véspera (24) que a análise da matéria poderia ser afetada caso não houvesse acordo para votar o projeto que reduz penas de condenados por crimes de golpismo, medida que alcançaria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os réus do 8 de Janeiro.

Declarações de Hugo Motta

No plenário da Câmara, Motta foi enfático ao descartar a vinculação entre os dois temas. “Entendemos que a matéria [do IR] está madura. Já anunciamos a pauta para a próxima quarta-feira, independentemente de qualquer outra matéria. Não há vinculação da matéria do Imposto de Renda com qualquer outra. Essa associação foi feita de maneira incorreta”, afirmou.

A fala do presidente da Câmara reforça a prioridade do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em avançar com a proposta de ajuste no Imposto de Renda, considerada central na agenda econômica.

Contexto político

O projeto de anistia, apontado por Paulinho da Força como possível entrave, tem provocado divisões na base parlamentar. Enquanto setores mais conservadores pressionam por sua aprovação, parte da oposição e aliados críticos ao bolsonarismo resistem em apoiar medidas que beneficiem diretamente condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Já a ampliação da isenção do IR é vista como medida de impacto direto para a população e, por isso, ganha prioridade na pauta legislativa, com potencial para consolidar apoio popular ao governo.

*Com informações do Brasil 247

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