A declaração de Paulo Guedes corrobora para a visão apresentada por Glenn Greenwald, em seu Twitter, de que há uma articulação deliberada para que as declarações sobre a implantação de um novo AI-5 ocorra. Na ocasião, Glenn notou que lá blogueiros, twitteiros e youtubers bolsonaristas começaram a falar de um autogolpe, antes mesmo da declaração de Eduardo Bolsonaro.
Por outro lado, hoje (26), o judiciário decide se acata ou não o processo contra Eduardo, filhote do presidente, por ter incitado ou feito apologia à ditadura, quando em entrevista à Leda Nagle, em seu canal do Youtube, afirmou que se a esquerda radicalizasse, a saída seria um novo AI-5. Pois bem, agora, é a vez de Paulo Guedes ser denunciado.
O que está posto na mesa, de forma muito clara, além da “diarreia mental” de Guedes, é que o povo tem que aceitar a sua escravidão, em detrimento ao ultraneoliberalismo ou terá uma nova ditadura. Ou seja, é isso aí, ou porrada.
A afirmação do ministro da Economia vai além de uma atitude que expressa sua Lulofobia, como colocado por alguns comentaristas políticos, é a expressão do desespero, na medida que o desânimo da população coloca o Brasil em condições de um iminente estouro da boiada. Já o AI-5, em caso de manifestações como as do Chile, apenas jogaria mais fogo na fervura.
Na alucinação coletiva dos bolsonaristas dentro do governo, a fala de Guedes demonstra que a pauta está na mesa e que um autogolpe está na conversa do dia a dia do Planalto. Guedes provou ao povo que Eduardo não está falando sozinho no governo e acende uma imensa luz de alerta para a morte definitiva da democracia.
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