Eleito supostamente para combater a corrupção, o governador Wilson Witzel (PSC-RJ) foi afastado por 180 dias pelo Superior Tribunal de Justiça e saiu atirando.
Na mesma ação, foi preso o presidente do Partido Social Cristão, Pastor Everaldo — responsável por batizar o então candidato Jair Bolsonaro nas águas do rio Jordão, em Israel. “Peso pesado”, disse Everaldo ao tirar Bolsonaro da água.
Em dezembro, Witzel deveria indicar o novo procurador-geral da Justiça, um cargo no qual a família Bolsonaro tem interesse.
Flávio Bolsonaro tem várias investigações em andamento no Ministério Público Estadual do Rio, subordinado ao procurador.
Em sua entrevista, Witzel levantou suspeitas sobre a sub-procuradora Lindora Araújo, colocada para chefiar a Lava Jato pelo PGR Augusto Aras e que teria relação com Flávio.
“É uma busca e decepção. Não encontrou R$ 1, uma joia. Simplesmente mais um circo sendo realizado. Lamentavelmente a decisão do sr. Benedito [ministro do STJ], induzido pela procuradora na pessoa da dra. Lindora, está se especializando em perseguir governadores e desestabilizar os estados com investigações rasas, buscas e apreensão preocupantes. Eu e outros governadores estamos sendo vítimas do possível uso político da instituição”, afirmou, referindo-se possivelmente a outra ação contra um oposicionista, Helder Barbalho (MDB), governador do Pará.
“O Superior Tribunal de Justiça possui vários subprocuradores. Por que não se faz, como em qualquer outro Ministério Público, a distribuição e não o direcionamento para um determinado procurador: no caso a Dra. Lindora. E a imprensa já noticiou o seu relacionamento próximo com a família Bolsonaro”, afirmou o ex-aliado do clã, chamado posteriormente pelo presidente da República de “estrume”.
“Eu quero desafiar o Ministério Público Federal na pessoa da Dra. Lindora, que a questão agora é pessoal, né? É pessoal. Ela me adjetivou como chefe da organização criminosa. Eu quero que ela apresente um único e-mail, um único telefonema, uma prova testemunhal, um pedaço de papel em que eu tenha pedido qualquer tipo de vantagem ilícita para mim”, continuou.
Witzel chegou a citar o ex-presidente Lula em sua defesa: “Eu não sou a favor de Lula, nem contra o Lula. Mas o STF está chegando à conclusão que infelizmente, no caso do sítio [de Atibaia], o Moro foi parcial. Com essa decisão — e o ministro [Edson] Fachin [do STF] — foi muito claro, afastaram Lula da disputa das eleições para presidente da República. Estou preocupada com o caminho que nosso país está seguindo. Como morrem as democracias? Morrem assim, aniquilando adversários”, disse.
Witzel denuncia 280820203312 de Luiz Carlos Azenha
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