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Marina Silva: “Eventos extremos já arrebentam a porta das nossas casas”

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Ministra do Meio Ambiente reforçou que o governo federal tem trabalhado intensamente para mitigar os efeitos das mudanças climáticas

Marina também chamou a atenção para a necessidade de se trabalhar na prevenção dos desastres com sistemas de alerta, rotas de fuga e na transferência contínua de recursos para a área ambiental -  (crédito: Joédson Alves/Agência Brasil)

Marina também chamou a atenção para a necessidade de se trabalhar na prevenção dos desastres com sistemas de alerta, rotas de fuga e na transferência contínua de recursos para a área ambiental – (crédito: Joédson Alves/Agência Brasil)

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou que os eventos extremos e os efeitos das mudanças climáticas já são uma realidade dramática. Ela citou as tragédias recentes que ocorreram no Brasil e especialmente no estado do Rio Grande do Sul, que está sendo atingido por um ciclone.

“Já não precisamos fazer narrativas. O problema das mudanças do clima e dos eventos extremos que antes batiam à nossa porta agora arrebentam. O que aconteceu no Sul da Bahia, em Recife, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, e o que acontece agora no Rio Grande do Sul, tudo isso mostra que os eventos extremos já estão nos afetando de forma dramática.”

Ela participou, nesta quinta-feira (28/9), da abertura da oficina Emergência Climática: as ações federais diante de crescente desafios, realizada pelo Ministério do Meio Ambiente.

O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (IcmBio), Mauro Pires, apontou, no evento, que “os desastres afetam todo mundo mas de forma diferenciada”. “As populações mais pobres sentem os desastres de forma muito mais intensa”, disse.

Prevenção

Marina, por sua vez, também chamou a atenção para a necessidade de se trabalhar na prevenção dos desastres com sistemas de alerta, rotas de fuga e na transferência contínua de recursos para a área ambiental.

“Nós precisamos prevenir, e esse seminário ousa lidar com essa questão. O Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) já estabelece com outras instituições que nós temos cerca de 1.038 municípios que são vulneráveis a esses eventos (desastes climáticos). Nós precisamos nos antecipar com a infraestrutura adequada, sistema de alerta, recursos, nós precisamos nos adaptar tanto quanto os países se adaptam aos terremotos, por exemplo. Teremos que criar mecanismo que nos leve a orçamento contínuo”, destacou.

Com informações do Correio Braziliense

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