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Juiz que mandou prender ambientalistas em Alter do Chão é de família de madeireiros e já criticou ação de ONG

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A família do juiz Alexandre Rizzi, que determinou a prisão de quatro brigadistas no balneário Alter do Chão, no Pará, já foi proprietária de duas madeireiras em Santarém (1.231 km de Belém) que tiveram conflitos com organizações não governamentais.

As empresas foram fundadas nos anos 1980 por Germano Clemente Rizzi e a Sirlei Carmen Sangalli Rizzi, pais do magistrado.

Uma delas é a Indústria e Comércio de Madeiras Rizzi Ltda, que encerrou as atividades em 1998. A outra é a Germano C Rizzi, encerrada em 2008. As duas tinham sede em Santarém no mesmo endereço e o nome fantasia Maderizzi.

Apesar de não constar como sócio da empresa, Alexandre Rizzi e o seu irmão Rodrigo Rizzi atuaram como advogados de uma das madeireiras em um processo de execução fiscal movido pela União.

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