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Helder Barbalho ganha força para ser vice de Lula em 2026, caso Alckmin dispute o governo de São Paulo

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Governador do Pará vem sendo impulsionado por eventos climáticos globais e movimentações políticas

Jana, Lula, Helder Barbalho e Daniela Barbalho
Jana, Lula, Helder Barbalho e Daniela Barbalho (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Helder Barbalho ganha força para ser vice de Lula em 2026, caso Alckmin dispute o governo de São Paulo · O nome do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), tem ganhado destaque nas especulações políticas como possível candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. Dois fatores têm sido determinantes para catapultar Helder à posição de provável parceiro de chapa do Partido dos Trabalhadores (PT): a escolha de Belém como sede da COP-30 e os indícios de que o atual vice-presidente de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), pretende disputar o governo de São Paulo, conforme aponta a jornalista Roseann Kennedy, no Estado de S. Paulo.

Em 17 de junho, o governador Helder Barbalho, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou em Belém medidas para a organização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), que será realizada em 2025. O evento, considerado uma espécie de “Copa do Mundo ambiental”, tem o potencial de projetar o Brasil e a Amazônia para a comunidade internacional, favorecendo assim a projeção do próprio Helder Barbalho.

A Conferência Anual do Clima (COP) em Belém ocorrerá às vésperas das eleições presidenciais de 2026, e essa oportunidade tem sido vista pelo grupo do governador como uma vitrine global para a pauta ambiental e para a sua imagem política.

No cenário político, ministros do Palácio do Planalto consideram a hipótese de Geraldo Alckmin lançar-se candidato ao governo de São Paulo, estado que já governou por quatro vezes. Essa possibilidade é bem vista no PT, pois abriria espaço para novas composições na chapa presidencial e permitiria ter um candidato forte e de perfil mais centrista para enfrentar o “tarcisismo”, fazendo referência a Tarcísio de Freitas (Republicanos), atual governador de São Paulo que pode ser candidato à reeleição ou apoiar outro candidato.

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