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Lula defende aliança com Centrão e pede apoio aos projetos de interesse do governo no Congresso Nacional

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Avaliação é que a base na Câmara foi ampliada após as negociações com o Centrão e isso deve se refletir em votos para as propostas de interesse do governo

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordena reunião do Conselho Político da Coalizão, no Palácio do Planlto.Presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordena reunião do Conselho Político da Coalizão, no Palácio do Planlto. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aliança política e as negociações de cargos envolvendo o Centrão. O encontro, que aconteceu nesta terça-feira (31) no Palácio do Planalto e envolveu o chamado Conselho de Coalizão, reuniu líderes de partidos que compõem a base de apoio do governo no Congresso Nacional.

Esta foi a primeira reunião do presidente com as lideranças da Câmara após a recente reforma ministerial, que incluiu a entrada do PP e do Republicanos no primeiro escalão do governo.

Segundo a Folha de S. Paulo, “a interpretação de líderes partidários é que, apesar de não fazer uma vinculação direta, o recado de Lula, nas entrelinhas, é que a base na Câmara foi ampliada após as negociações com o Centrão e isso deve se refletir em votos para as propostas de interesse do governo”.

Durante as discussões, Lula solicitou o apoio dos partidos aliados para as questões econômicas em pauta no Congresso. Ministros como Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento) destacaram a urgência na aprovação de medidas para controlar os gastos públicos e aumentar as receitas.

Ainda conforme a reportagem, integrantes do encontro teriam avaliado que “Lula deu declarações em tom de desagravo ao centrão, pois disse que vê essas siglas como qualquer outro partido político”.

Após o encontro, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, destacou o crescimento da bancada governista com a adesão do PP e do Republicanos.

“Reunião com ampla participação, de todos os líderes, de todos os partidos, mostrando a frente ampla que isolou o bolsonarismo, que isolou aqueles que atentaram contra a democracia no dia 8 de janeiro e que estão ajudando a reequilibrar a economia, na reconstrução das políticas sociais e o reposicionamento do Brasil no mundo”, disse o ministro.

Além de Padilha, Haddad e Tebet, participaram do evento os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e Comunicação Social, Paulo Pimenta. Representantes de diversos partidos, incluindo PT, PSDB/Cidadania, PC do B, PP, PSD, PDT, Solidariedade, MDB, União Brasil, PSB, Podemos e Republicanos, também participaram da reunião.

Com informações do Brasil 247

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