- Aras deu parecer contrário a queixa de Dilma contra Bolsonaro por crime de injúria
- Dilma acusa Bolsonaro de injúria por usar no Twitter um vídeo de 2014 em que comparava a presidente a uma cafetina
- Para Aras, a injúria, se ocorreu, não tem relação com o mandato de presidente
- Segundo o PGR, a Constituição não permite que o presidente seja processado por crime comum cometido sem relação com o mandato
- No mesmo tuíte, presidente comparou membros da Comissão Nacional da Verdade a prostitutas
O procurador-geral da República Augusto Aras manifestou-se nesta sexta-feira (31) contra o prosseguimento de queixa-crime proposta pela ex-presidente Dilma Rousseff contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Dilma ofereceu queixa contra Bolsonaro por conta de uma postagem no Twitter do presidente, publicada em agosto de 2019, na qual Bolsonaro, ao informar temas que seriam abordados em suas lives, postou um vídeo de 35 segundos de uma fala dele na Câmara dos Deputados, em 2014, na qual comparava a então presidente a uma “cafetina” e os membros da Comissão Nacional da Verdade a prostitutas.
Por Marcelo Oliveira
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