Segundo Manoela Hungria, irmã do cantor, o tratamento incluiu a administração de etanol como forma de neutralizar os efeitos da susposta contaminação por metanol
O cantor Hungria segue internado no Hospital DF Star, em Brasília, após suspeita de intoxicação por metanol, substância altamente tóxica encontrada em bebidas adulteradas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, chegou a afirmar que o caso do cantor era de contaminação por metanol, mas logo depois, a assessoria dele informou tratar-se de um episódio suspeito.
Segundo a irmã do artista, Manoela Hungria, o tratamento incluiu a administração de etanol como forma de neutralizar os efeitos da contaminação. “Fizeram alguns procedimentos para quebrar o metanol à base de etanol. Ele teve que tomar o produto misturado no suco”, contou.
O ministro Alexandre Padilha informou que o etanol usado no tratamento de Hungria é diferente do vendido em postos de combustíveis.
Após essa etapa, Hungria deve passar por uma hemodiálise de seis horas, procedimento que ajuda a eliminar substâncias nocivas do organismo.
Com informações do Correio Braziliense
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