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Rosilene Corrêa, do Simpro-DF, vê com preocupação o retorno das aulas presenciais nesta quinta-feira (5)

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A diretora financeira do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Simpro-DF), Rosilene Corrêa, disse, em entrevista ao TaguaCei, que o retorno das aulas presenciais na rede pública do DF marcado para esta quinta-feira (5/8), conforme determina a Secretaria de Educação, preocupa a categoria pelo fato de que a pandemia de covid-19 ainda não passou.

Conforme salienta Corrêa, os casos de contaminação ainda não diminuíram – hoje são mais de 451.894 contaminados – e o número de mortes também não – já são quase 10 mil mortes. Ainda segundo a sindicalista, o que está havendo no momento não é o retorno às aulas, mas, sim, o retorno às aulas presenciais, pois, desde julho do ano passado, os professores estão trabalhando via remota.  

“O governo tem feito uma propaganda enganosa na televisão, como se tudo estivesse lindo e maravilhoso para o retorno das aulas, e não é simples assim. Nós estamos vivendo ainda uma pandemia e todos os dias as pessoas ainda são infectadas, morrem, então não é tão simples pensar num retorno agora”, diz Corrêa.

Para ela, essa “tentativa” do governo de retomar as aulas presenciais, pode esbarrar num em um possível problema, que é a falta de profissionais para manter a disciplina entre os alunos, uma vez que o distanciamento entre as pessoas é uma das determinações do governo para que as aulas retornem.

“Não é só o aluno que vai ter dificuldade, todos nós vamos ter dificuldades porque não estamos habituados a essa escola nova. E mais, não tem pessoal [para manter a disciplina entre os alunos]. Não tem gente suficiente para ajudar neste monitoramento e isso é bastante preocupante”, ressalta Corrêa.

Em determinando momento, Rosilene Corrêa faz um apelo aos pais para que, em qualquer suspeita de que seus filhos possam estar contaminados por covid-19, não os envie à escola. “Se houver qualquer indício, qualquer vestígio de alguém na família que esteja infectado, não mande o seu filho ou sua filha para a escola, porque você estará colocando outras pessoas também em risco maior.”

Segundo Corrêa, o sindicato irá acompanhar o retorno das aulas junto da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa do DF.

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