BOLSONARO USARÁ MORO E REDES SOCIAIS PARA DOMAR CONGRESSO

Depois de usar táticas novas de comunicação para ganhar espaço e vencer as eleições, Bolsonaro e seu grupo também pretendem ‘inovar’ na comunicação com a imprensa e com o Congresso. Após o bombardeio de fake news, disparos em WhatsApp e outras técnicas de persuasão ainda sequer catalogadas para regulamentação, a ordem de governança que aponta no horizonte do país é: Bolsonaro  vai chamar o povão para pressionar o congresso de fora pra dentro via Twitter e, no poder, Sergio Moro será destacado para “domesticar” Cunhas e Jefersons.
A reportagem do jornal O Globo traduz esse novo protocolo de maneira mais asséptica: “o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), promete apostar em uma nova dinâmica para construir a relação do governo com o Congresso Nacional. Ainda embrionária, a estratégia é usar o peso do resultado das urnas para formar maioria e, caso seja necessário, a pressão das redes sociais para fazer avançar sua agenda”.

E destaca o papel político de Sergio Moro: “ao nomear o juiz Sergio Moro para a Justiça, o governo sinaliza ainda que será inflexível na proposta de não trocar apoio por cargos, ao mesmo tempo em que reforça a euforia de seus apoiadores. A aposta do novo presidente é que a nomeação de Moro ajude a manter sua popularidade em alta e lhe dê força para se sobrepor no Congresso aos interesses da velha política. Parlamentares, porém, são céticos em relação à implementação de um novo modelo que não passe pela tradicional negociação do Palácio do Planalto com os partidos”.

A opinião de líderes do Congresso relativiza a estratégia de Bolsonaro: “o atual líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), concorda que as redes sociais têm um papel importante e entende que o presidente eleito deve continuar usando esse expediente para se comunicar com a população. Ele pondera no entanto que a popularidade de Bolsonaro não é absoluta e que o país vem de uma eleição em que houve alta polarização. O peso das redes como ferramenta de pressão sobre os parlamentares, avalia, é relativo”.

Ribeiro diz: “é natural que ele continue usando as redes sociais, que têm muita influência sobre a população. Mas o ambiente também está muito polarizado. Naturalmente haverá embates nas redes sociais sobre temas polêmicos como a reforma da Previdência. As redes têm um papel importante. Mas isso não quer dizer que o Bolsonaro vai colocar um tema e terá aderência imediata no Congresso”.

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