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Bolsas asiáticas operam em alta após ataque dos EUA à Venezuela

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Embora a captura de Maduro tenha aumentado o risco geopolítico nos mercados globais, os operadores concentraram-se no boom da inteligência artificial e na expectativa de novos cortes de juros nos Estados Unidos

As bolsas asiáticas subiram nesta segunda-feira (5/1), impulsionadas pelas ações de tecnologia e pelo petróleo, cujo valor oscilou enquanto os investidores avaliavam o impacto da captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma intervenção militar americana. 

Embora a captura de Maduro tenha aumentado o risco geopolítico nos mercados globais, os operadores concentraram-se no boom da inteligência artificial e na expectativa de novos cortes de juros nos Estados Unidos. 

No pregão matinal, as ações asiáticas subiram em todas as bolsas com forte presença tecnológica. 

A Bolsa de Tóquio avançava 2,8% com a valorização da SoftBank, de investimentos em tecnologia, e da Tokyo Electron, fabricante de equipamentos de semicondutores. 

O índice sul-coreano Kospi aumentava mais de 2%, impulsionado pelas empresas de tecnologia SK Hynix e Samsung Electronics. 

A Bolsa de Taiwan operou em alta graças ao aumento de 5% da gigante de semicondutores TSMC. Também operavam em alta as bolsas de Hong Kong, Xangai, Sydney, Singapura, Wellington e Manila. 

Enquanto isso, o ouro, considerado um investimento seguro, subia mais de 1%, a 4.400 dólares (23.920 reais) por onça. 

Os preços do petróleo oscilaram entre altas e baixas devido ao impacto da ação militar americana na Venezuela, país com as maiores reservas de petróleo do mundo. 

O presidente americano Donald Trump afirmou que seu país está no comando na Venezuela e que empresas americanas reconstruiriam a dilapidada infraestrutura petrolífera venezuelana. 

Mas analistas apontaram que a recuperação da produção de petróleo na Venezuela exigirá muito tempo e grandes investimentos. 

“Qualquer recuperação na produção exigirá investimentos substanciais, dada a deterioração de sua infraestrutura devido a anos de má gestão e baixo investimento”, afirmou à AFP o analista Giovanni Staunovo, do UBS.

Com informações do Metrópoles

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