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Líderes de partidos progressistas se reúnem com Pacheco e pedem investigação contra Campos Neto

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Petição assinada pelo PT, PV, MDB, PSD, Sol, PSB, PDT, PC do B e Rede apura possível motivação viciada e responsabilidades do presidente do BC na manutenção da taxa de juros

Roberto Campos Neto, Fernando Haddad, Rodrigo Pacheco, Gustavo A. Sabóia Vieira e Simone Tebet,
Roberto Campos Neto, Fernando Haddad, Rodrigo Pacheco, Gustavo A. Sabóia Vieira e Simone Tebet, (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Líderes de partidos progressistas se reúnem com Pacheco e pedem investigação contra Campos Neto · Ouvir artigo

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Líderes dos partidos PT, PV, MDB, PSD, Sol, PSB, PDT, PCdoB e Rede, juntamente com os presidentes do fórum de partidos progressistas, irão se reunir com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, às 16h desta quarta-feira (5), para entregar uma petição que solicita a instauração de um procedimento investigativo em relação à política monetária do Banco Central do Brasil. O documento apresentado busca a apuração da possível motivação viciada e do vício de finalidade associados à decisão de manter a taxa de juros em 13,75%.

“As justificativas apresentadas para tal manutenção atrelam-se a uma conservadora política econômica que ignora as favoráveis quedas inflacionárias dos últimos meses, bem como omite-se do efeito negativo da alta taxa de juros”, argumentam os partidos. Eles citam ainda o fato de que um dos reflexos da alta taxa de juros é o superendividamento da população, “atingindo a métrica histórica de mais de 70,1 milhões de inadimplentes”. 

Na petição, também é solicitada a investigação das eventuais responsabilidades do atual presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto. O pedido de investigação é respaldado pela preocupação dos líderes dos partidos progressistas em relação ao impacto da política monetária na economia do país, incluindo o controle da inflação, o fomento ao emprego e o desenvolvimento econômico e social. A Lei Complementar nº 179/2021, que instituiu a autonomia do Banco Central e o transformou em autarquia especial, é citada como base legal para a apuração das possíveis responsabilidades de Campos Neto.

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