Rodrigo Pilha estava preso desde março após estender faixa chamando presidente de “genocida”. Ativista denunciou tortura durante cárcere
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) concedeu, nesta terça-feira (6/7), a progressão ao regime aberto do militante do Partido dos Trabalhadores (PT) Rodrigo Grassi Cademartori, mais conhecido como Rodrigo Pilha. A decisão é do juiz Bruno Aielo Macacari, da Vara de Execuções Penais.
Após a prisão, todos foram liberados no mesmo dia, porque a Polícia Federal não encontrou motivos para enquadrá-los na Lei de Segurança Nacional, o que motivou a detenção. Contudo, acusado de outros dois crimes anteriores, Pilha foi o único a continuar atrás das grades.
Ele foi transferido para o Centro de Detenção Provisória II no dia 19 de março, um dia após a prisão. Segundo reportagem da revista Fórum, publicada em 29 de abril, o ativista teria sido espancado e torturado por agentes penitenciários, após ser transferido.
A denúncia resultou no afastamento, de forma preventiva, de dois policiais penais suspeitos pelo crime. A decisão foi resposta a um pedido das comissões de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e da Câmara Legislativa (CLDF), que acompanham o caso.
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