BOLSONARO: DEZ DIAS DE CONFUSÃO E AMADORISMO POLÍTICO

O vexame dos primeiros dez dias de articulação para a montagem do novo governo dominou o noticiário e provocou uma avalanche de críticas. As palavras que definem esse primeiro momento de Bolsonaro na liderança de um governo são: desorientação, confusão, atrito, ingerência e diversionismo. A mudança da embaixada brasileira em Israel – já repensada – encabeça a lista de crises autoprovocadas.

A reportagem da revista Veja pontua essa percepção de trapalhadas: “sem orientação nem chanceler definido, Jair Bolsonaro (PSL) provocou sérias confusões, atritos e controvérsias nas relações do Brasil com o mundo nestes seus nove dias como presidente eleito. Em algumas questões sensíveis, como a mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém, voltou atrás. Em outras, passou pelo vexame de tomar um pito do alvo de suas críticas”.

Segundo a revista, os gestos erráticos de Bolsonaro já causam imenso prejuízo na imagem do Brasil no exterior “a ausência de uma orientação clara sobre política externa e o impulso do presidente eleito para tratar da matéria prejudicam a imagem do Brasil no exterior e os interesses de setores nacionais. Até agora, Bolsonaro definiu seus ministros de Economia, Casa Civil, Justiça, Defesa, e Ciência e Tecnologia. Mas para a casa de Rio Branco não há sinal de quem poderá ser seu escolhido”.

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