Ele também afirmou não ter mais vínculos com o grupo “sionistas de esquerda”, que criticou o Padre Júlio Lancellotti
O professor Michel Gherman, um dos principais estudiosos da questão judaica no Brasil, que apontou vínculos entre bolsonarismo e nazismo, demonstrou indignação com o encontro entre o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Câmara dos Deputados.
O encontro do embaixador de Israel com o bolsonaro duplamente inelegível e com outros golpistas de extrema direita é mais que indecente e vergonhoso. Ele mostra a incapacidade e a inépcia do governo extremista de nethanyahu. De envergonhar a gerações de diplomatas iaraelenses.
— Michel Gherman (@michel_gherman) November 9, 2023
Gherman também anunciou seu desligamento do grupo “sionistas de esquerda”, após o coletivo publicar uma carta criticando o Padre Júlio Lancellotti, por ter ter participado de uma marcha, em São Paulo, contra o genocídio que vem sendo promovido na Faixa de Gaza.
@pejulio é inspiração no campo dos direitos humanos e na luta por justiça no Brasil. Minha assinatura na carta foi um mau entendido. Louvável que o padre se levante contra o morticínio que abala Gaza e Israel desde o dia 7 de outubro. Domingo darei um abraço pessoalmente no padre
— Michel Gherman (@michel_gherman) November 7, 2023
Esclarecimento 2: aproveito também para informar que não tenho nenhum vínculo mais com o grupo judeus e judias sionistas de esquerda.
— Michel Gherman (@michel_gherman) November 7, 2023
Com informações do Brasil 247
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