Polícia Civil do Rio abre investigação sobre a morte de Adriano da Nóbrega

A Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro vai apurar as circunstâncias da morte do miliciano Adriano da Nóbrega em Esplanada, neste domingo (9), pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Bahia em operação conjunta com a Polícia do Rio. A Polícia carioca quer ter certeza de que morte de fato ocorreu após troca de tiros.

Especialistas criticaram o resultado da operação e nos meios políticos circula a tese da “queima de arquivo”. O ex-capitão do Bope tinha forte ligações pessoais e políticas com o clã Bolsonaro.

O ex-capitão Adriano dizia que era um arquivo vivo e que temia ser executado. O advogado Paulo Emílio Catta Preta recebeu uma ligação telefônica de seu cliente Adriano da Nóbrega, na última quarta-feira (5), quando alertou que a polícia queria matá-lo, não prendê-lo.

As autoridades baianas e fluminenses atuarão conjuntamente na investigação do caso.

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