O ex-diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, prestou depoimento hoje (11), para dar informações ao inquérito que investiga a interferência política de Bolsonaro na demissão de Valeixo e nomeação de um compadre do presidente, para obter informações privilegiadas de investigações da PF. O depoimento do ex-diretor-geral acabou por confirmar a versão do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, sobre o caso.
O depoimento iniciou-se às 9:50 da manhã e terminou às 16 horas. Nas 6 horas dentro da sede da PF, em Brasília, Valeixo disse que Bolsonaro chegou a pedir que sua demissão teria sido feita a pedido do próprio ex-diretor. Em associação com o que disse o presidente da República, que havia decidido pela demissão de Valeixo, com finalidade de nomear alguém com mais afinidade com ele.
A situação do governo deve se complicar ainda mais, frente às barreiras impostas pelo governo para entregar o vídeo que gravou a reunião que, segundo Sérgio Moro, comprovaria a interferência política na PF e, para piorar, com o objetivo de ter informações privilegiadas de investigações, principalmente do Rio de Janeiro, onde o clã Bolsonaro é investigado por diversos supostos crimes.
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