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“Estamos arrumando sua bagunça, Bolsonaro”, dispara Haddad

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Ministro da Fazenda critica “calotes”, sanha privatista e golpismo de Bolsonaro e destaca ações do governo Lula

247 – Neste sábado (14), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), usou seu perfil na rede social X (antigo Twitter) para disparar críticas contundentes a Jair Bolsonaro (PL): “estamos arrumando sua bagunça”.

A mensagem publicada por Haddad enumera o que, segundo ele, foram algumas das principais irresponsabilidades do governo anterior. “Calote em governadores, calote de precatórios, vendeu empresa pública a preço de banana e enquanto rifava o Brasil tentava dar o golpe na democracia”, escreveu o ministro.Play Video

A crítica ao “calote de precatórios” faz referência à decisão do governo Bolsonaro de adiar pagamentos de dívidas judiciais da União, gerando um passivo bilionário para os anos seguintes. Já a menção à venda de empresas públicas “a preço de banana” alude à política de privatizações conduzida pela gestão anterior, alvo de frequentes questionamentos por parte do campo progressista.

Responsabilidade fiscal e justiça tributária – No mesmo post, Haddad defendeu as medidas do governo Lula (PT), ressaltando que as ações adotadas têm buscado reparar danos herdados e promover maior justiça tributária. “Quem está isentando o trabalhador do Imposto de Renda somos nós. Quem cobra imposto de bets e bilionários somos nós”, completou o titular da Fazenda.

As afirmações de Haddad vêm no contexto de uma série de políticas econômicas do governo do presidente Lula, que visam aliviar a carga tributária sobre a classe trabalhadora e ampliar a arrecadação por meio da taxação de setores com maior capacidade contributiva, como plataformas de apostas (as chamadas “bets”) e indivíduos de altíssimo patrimônio.

Além disso, o governo tenta arregimentar apoio no Congresso à Medida Provisória 1.303/25, que tributa títulos de investimento em renda fixa. Na quinta-feira (12), Haddad afirmou que “o país não aguenta mais” conceder R$ 1,7 trilhão de isenção de impostos a títulos do mercado financeiro como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola). 

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