O ex-ministro da Defesa também disse que não entregou dinheiro ao tenente-coronel Mauro Cid
O general da reserva Walter Braga Netto afirmou, em alegações finais enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), que não teve participação no suposto plano denominado “Punhal Verde Amarelo”. O ex-ministro da Defesa também disse que não entregou dinheiro ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.
No STF, Braga Netto é réu junto com mais 30 pessoas, incluindo o tenente e o próprio Bolsonaro.Play Video
De acordo com informações da Procuradoria-Geral da República (PGR), um encontro realizado na casa de Braga Netto e a entrega de dinheiro teriam relação com o “Punhal Verde Amarelo”, apontado como parte de um plano golpista, que envolvia matar o então presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
A defesa afirma que o general não possui qualquer relação com o documento e contesta seu próprio caráter de “plano”. “O tal documento sequer pode ser chamado de plano, pois não define nenhuma espécie de objetivo concreto. Cita diversos alvos (‘Jeca, Joca, Juca…’) e não define ação específica (tiro, envenenamento, uso de química, artefato explosivo…)”.
Com informações do Brasil 247
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- Lula manda mensagem aos empresários: “Investir em educação é apostar no futuro da empresa, dos profissionais e do País”

- Trump diz que Cuba “vai cair em breve”

- ‘Em eleições não se escolhe adversários, mas sim aliados’, diz Lula

- “Pessoas vão morrer”, diz Trump sobre possível retaliação do Irã aos Estados Unidos

- Irã lança mísseis contra o coração de Tel Aviv





