Em dezembro, instituto já havia revelado que o Brasil, sob o governo Lula, teve o menor índice de desocupação da história, 6,6%, o mais baixo desde 2012, ano em que o indicador começou a ser calculado pelo IBGE

Em 2024, a taxa média de desemprego foi o menor da história, 6,6%
O Brasil registrou a menor taxa de desocupação da história em 14 estados brasileiros em 2024 e caminha rumo ao pleno emprego. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2024, a taxa média de desemprego foi o menor da história, 6,6%, a mais baixa desde 2012, ano em que o índice começou a ser calculado pelo IBGE. Em 2023 a taxa foi de 7,8%.
Agora, a PNAD Contínua Trimestral revelou índices bastante baixos em estados como Mato Grosso (2,6%), Santa Catarina (2,9%), Rondônia (3,3%), Mato Grosso do Sul e Espírito Santo (3,9%). Outros dados da PNAD foram Minas Gerais (5%), Tocantins (5,5%), São Paulo (6,2%), Acre (6,4%), Ceará (7,0%), Maranhão (7,1%), Alagoas (7,6%), Amapá (8,3%), Amazonas (8,4%), Rio Grande do Norte (8,5%).
Pelas redes sociais, o lider do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), comemorou o resultado, pontuando o resultado histórico para o país.
Todos os estados tiveram queda no desemprego, à exceção de Roraima que passou de 6,6% para 7,5%. Bahia e Pernambuco (ambos com 10,8%), Distrito Federal (9,6%) e Rio de Janeiro (9,3) apresentaram as maiores taxas médias de desocupação.
Em entrevistas recentes à imprensa, o presidente Lula reafirmou seu compromisso com a construção de uma sociedade de classe média. “Cabe ao governo criar as oportunidades para que as pessoas realizem seus sonhos (…) A massa salarial cresceu mais do que qualquer outro momento da história. Não há dúvida de que o Brasil vai continuar aumentando os empregos e os salários e as pessoas vão viver melhor”, previu.
Nas redes sociais, o IBGE divulgou os dados e destacou que a tendência de queda foi acompanhada por todas as regiões do país e pela maioria das unidades da federação.
O IBGE classifica como desocupadas as pessoas que não trabalham mas estão em busca de uma oportunidade. “Quem não está procurando emprego é calculado em outro índice, das “pessoas fora da força de trabalho”, que também vem caindo nos últimos anos, depois da pandemia de Covid-19”, publicou o jornal O Globo em matéria sobre os dados do IBGE.
Aumento do nível de ocupação
O país teve também o maior percentual de nível de ocupação da série histórica pesquisada pelo IBGE – 58,6% da população de 14 anos ou mais, e incluem trabalhadores dos setores públicos e privados, autônomos e empreendedores. Por estado, os maiores índices de ocupação foram Mato Grosso (68,4%), Santa Catarina (67,0%) e Goiás (65,3%). Maranhão (47,3%), Acre e Ceará (ambos com 48,7%) e Alagoas (48,8%) foram os menores.
Empregados com carteira de trabalho no setor privado aumentaram 2,7% e sem carteira assinada no setor privado aumentaram 6%. Autônomos tiveram alta de 1,9%. A taxa de informalidade teve ligeira queda, de 39,2% em 2023 para 39% em 2024, o que significa 40,3 milhões de trabalhadores informais.
Queda na taxa de subutilização
O IBGE revelou também queda de 1,8% no total de pessoas que têm potencial para trabalhar, mas não estão ocupadas ou não trabalham horas o suficiente. É a chamada “taxa de subutilização”. Eram 19 milhões de pessoas nessa situação em 2024, um recuo de 8,9% em relação a 2023. “Esse grupo representa 16,2% da força de trabalho ampliada do país, uma queda de 1,8 p.p. em relação a 2023 (18%)”, publicou O Globo. Santa Catarina (5,5%), Rondônia (7%) e Mato Grosso (7,7%) apresentaram os menores percentuais.
A taxa de desocupação caiu no Paraná (0,7%), Minas Gerais (0,7%) e Rio Grande do Sul (0,6%) no quarto trimestre de 2024 e ficou estável, em relação ao terceiro trimestre, nos outros estados.
Sobre a PNAD
Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na Pnad Contínua, a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil. Ela abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios, que são visitados a cada trimestre. O IBGE voltou a fazer coleta de informações de forma presencial em julho de 2021, que foi suspensa devido à Covid.
Com informações do PT Org
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