Adriano da Nóbrega empregou a mãe e a ex-mulher no gabinete de Flávio Bolsonaro
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro investigam o espólio milionário deixado por Adriano Magalhães da Nóbrega, o capitão Adriano, informa o Estadão neste domingo (15/III).
Adriano foi morto no dia 9 de fevereiro por policiais da Bahia. Ele estava foragido da justiça desde janeiro de 2019.
As apurações são sobre lavagem de dinheiro e buscam identificar operadores financeiros e aliados, além de dimensionar a fortuna acumulada por Adriano, que chegou a empregar a mãe e a ex-mulher no gabinete de Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio.
Hoje senador, o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro não é alvo da investigação.
Rachadinha
De acordo com a reportagem, o objetivo da investigação, agora, é recuperar a fortuna adquirida com dinheiro de crimes e reverter para os cofres públicos, além de avançar sobre os métodos de lavagem de dinheiro da milícia e operadores e aliados que davam cobertura ao esquema.
Nesse ponto, segundo o Estadão, as investigações cruzam com apuração do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suposto esquema de “rachadinha” – apropriação de parte dos salários de servidores – no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa , por meio do ex-assessor Fabrício Queiroz – que era amigo do capitão Adriano. A mãe e a ex-mulher do miliciano fazem parte do grupo de servidores que é alvo da investigação – que está parada por ordem do Tribunal de Justiça.
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