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Com três ministros infectados, Bolsonaro mantém faxineiras e garçons nos palácios

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Nada menos que 3.234 pessoas trabalham no Palácio do Planalto, onde despacham Jair Bolsonaro e o ministro Augusto Heleno, do GSI, informa reportagem do The Intercept. Além deles, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também testou positivo nesta quarta-feira 18

Enquanto Jair Bolsonaro trata a pandemia coronavírus como “histeria” da mídia e desobedece orientações médicas, milhares de funcionários do setor de limpeza e alimentação continuam trabalhando no governo. 

No Palácio do Planalto, por exemplo, onde despacham Bolsonaro – que já fez o teste duas vezes e viajou com uma comitiva em que 15 contraíram o visto -, o chefe do GSI, general Augusto Heleno, que está infectado, e o chefe da Secretaria de Comunicação, Fábio Wajngarten, também com coronavírus, trabalham nada menos que 3.234 pessoas, de acordo com reportagem do site The Intercept. O terceiro ministro a testar positivo foi o de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

“Até o momento, não há notícia de funcionários com sintomas da covid-19. Pessoas que trabalham no almoxarifado, portaria, garagem e restaurante popular do Planalto com quem conversei disseram saber apenas dos casos de infectados na alta cúpula do governo. Há máscaras apenas no restaurante – mas por determinação do Sesi, que gerencia o estabelecimento, e não do governo. Os demais só tem acesso ao álcool em gel, que já existia por ali desde antes da pandemia. Que se alastra pelos gabinetes de Brasília: no fim da tarde desta quarta, o Senado confirmou que seu presidente, Davi Alcolumbre, do DEM do Amapá, tem o coronavírus”, escreve a jornalista Amanda Audi.

“Apenas no Palácio da Alvorada, onde vivem Bolsonaro e a mulher Michelle, trabalham 107 pessoas, aponta um relatório de julho passado. São cozinheiros, garçons, camareiros, motoristas, faxineiros, roupeiros, piscineiros, jardineiros e seguranças que têm como única função servir à família presidencial, seus parentes e convidados. Dos 107 funcionários, 55 recebiam menos que um salário mínimo, que hoje é de R$ 1.045”, informa ainda. 

Nesta quarta-feira 18, ao lamentar a morte de uma empregada doméstica no Rio de Janeiro, a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) fez um apelo para que a categoria seja liberada do serviço enquanto durar a crise do coronavírus. Ao lado da organização Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos, a Fenatrad lembra que essas trabalhadoras têm “uma situação de especial vulnerabilidade” nesse cenário.

(Foto: Agência Brasil)

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