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Escolas “cívico-militares” são “bico” para militares da reserva?

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Está na Folha de S. Paulo:

Mais da metade do orçamento do governo Jair Bolsonaro para a implementação das escolas cívico-militares em 2020 será destinado ao pagamento de oficiais da reserva das Forças Armadas. Dos R$ 54 milhões reservados para a ação, R$ 28 milhões serão repassados para o Ministério da Defesa pagar pessoal.

Pronto, está aí para quem quiser ver o que é este projeto: criar vagas para que oficiais da reserva do Exército (e da PM, em alguns estados) possam desempenhar um “bico” no papel de inspetores superpoderosos em escolas públicas, uma vez que não estão – como regra – capacitados para o exercício de atividades pedagógicas.

Vão mandar formar no pátio, ensinar a fazer fila indiana, a cobrir (não se lembra? esticar a mão até tocar o companheiro da frente para uniformizar a distância entre as fileiras…), mandar cortar o cabelo mais curto e mandar cantar os hinos…

Um “de volta para o passado” das escolas públicas, onde fazíamos isso e – adivinhe – sem militar algum dentro delas.

Está certo, a vida é dura e os capitães e majores precisam não só dos caraminguás que o programa pingará em seus orçamentos domésticos como, também, do efeito terapêutico de ter alguém em quem mandar, depois que perderam os recrutas do quartel que lhes diziam “senhor, sim, senhor!”

E, claro, isso vai fazer minguar ainda mais a já hoje rala autoridade do professor: ou o militar sera seu “segurança” ou, claro, o seu “superior”.

E quando surgir um destes comuníssimos conflitos de escola, entre pais, professores e diretores, o que se vai dizer, que “é uma ordem, soldado”?

O projeto é algo destinado a virar algo como um “plano Recruta Zero”, onde não faltarão atrapalhados como os personagens dos quadrinhos.

Nada mal para um país que quer trocar Paulo Freire e Darcy Ribeiro pelo Capitão Durindana.

POR FERNANDO BRITO

Feira Central de Ceilândia se prepara para as vendas de fim de ano; haverá sorteio de brindes e presença do Papai Noel


O espaço reforçou a segurança, ampliou o horário e os dias de atendimento, além de estar com uma variedade de produtos e ótimos preços

A direção da Feira Central de Ceilândia se prepara para as compras de final de ano. Num bate-papo com o Jornal TaguaCei, tanto o presidente quanto o vice-presidente do local, disseram que diversas melhorias foram executadas para otimizar o atendimento no sentido de fazer com que a feira continue sendo o melhor espaço para se comprar e divertir em Ceilândia.

Para o final de ano algumas intervenções foram realizadas no local, conforme explica o presidente da feira, Jonathan Araújo. Entre elas destacam o aumento na segurança no espaço, principalmente, em razão do aumento de pessoas com a chegada das compras de fim de ano; a reforma na praça de alimentação, ponto de encontro de várias famílias; a presença do Papai Noel durante o período natalino; e distribuição de brindes em compras acima de R$ 50.

“Nós estamos com uma expectativa muito boa, a feira está de cara nova, praça de alimentação reformada, oferecendo um atrativo maior”, ressalta Araújo.

O vice-presidente da Feira Central de Ceilândia, Francisco, mais conhecido como o Rei do Mocotó, enfatiza a informação de que os preços na maioria das bancas estão com descontos de fim de ano. “Estamos aí com nossa praça de alimentação, muita opção e variedade. Neste final de ano, com a liberação do décimo terceiro, não deixe de fazer suas comprar na Feira Central, aqui tem de tudo e mais um pouco”, lembra o vice-presidente.

A feira é um dos principais centros comerciais e culturais do Distrito Federal. Com mais de 400 boxes com os mais variados produtos, o espaço é marca registrada da maior cidade do DF, Ceilândia.

O presidente da Feira Central (ao centro), Jonathan Araújo, e o vice-presidente (à direita), Francisco, da banca o Rei do Mocotó, em entrevista ao TaguaCei

“Tudo isso eu devo, primeiramente, a Deus, e depois aos meus diretores que trabalham com muito afinco, cada um na sua área, nos ajudando muito a melhorar todos os dias. Aqui nós trabalhamos todos os dias com muito amor”, lembra o presidente Jonathan Araújo.

Em relação às vendas de final de ano, Araújo destaca que tudo está preparado para melhor receber os clientes. “Se tratando de confecção, sapatos, alumínio, aves vivas e abatidas, verduras, frutas, temperos, a Feira Central é o melhor lugar para encontrar esses produtos com os menores preços e, com certeza, com uma melhor qualidade.”

A Feira Central está aberta todos os dias da semana, de segunda a domingo, das 8h às 18h. Ela permanece neste horário até o dia 5 de janeiro.

Também a partir do início de dezembro, nas compras a partir de R$ 50, o cliente receberá um cupom para concorrer a brindes que estão previstos para serem sorteados no dia 10 de janeiro de 2020.

Conheça a Feira Central de Ceilândia, que está localizada no Setor M, CNM 2, em Ceilândia Centro.

Para mais informações ligue (61) 3372-4411.

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