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“Se o povo paga imposto de renda, os muito ricos também têm que pagar”, diz Gleisi

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Presidente do PT celebrou a aprovação da taxação dos super-ricos pela Câmara e anunciou a tributação de lucros e dividendos

Gleisi HoffmannGleisi Hoffmann (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

247 – A presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann (PT-PR) celebrou a aprovação pela Câmara da taxação dos paraísos fiscais e dos fundos exclusivos no Brasil, medidas que atingem os super-ricos no País. “Inédito! Câmara aprova taxação dos super-ricos e avança na justiça tributária. Por 323 x 119 passou a tributação dos investimentos offshore, aquele que o dinheiro é aplicado fora do país. São paraísos fiscais, que não pagam impostos. E também a taxação dos fundos exclusivos, que são aplicações de poucas pessoas, geralmente familiares, e com valores milionários”, escreveu ela, em seu X.

“Ver a extrema-direita reclamando no plenário que é uma medida contra os ricos é de matar. A taxação dos offshore vai ser para lucros acima de R$ 50 mil por ano e dos fundos é para quem tem investimento acima de 10 milhões de reais”, acrescentou.

“Vamos em frente, ainda temos que tributar lucros e dividendos. Se o povo paga imposto de renda, os muito ricos também têm que pagar. O nome é justiça, só assim vamos reduzir as desigualdades”, finalizou.

Com 323 votos favoráveis e 119 contrários, o texto principal do projeto de lei referente à tributação de fundos exclusivos, utilizados por indivíduos super-ricos, e das empresas offshore foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

Conforme a proposta aprovada nesta quarta-feira (25), os rendimentos gerados por recursos em offshores serão sujeitos a uma tributação anual de 15% sobre os lucros. Essa taxação ocorrerá independentemente de o investidor decidir ou não retirar esses investimentos e transferi-los para o Brasil.

Os super-ricos utilizam os fundos exclusivos para alocar milhões de reais em investimentos como ações ou renda fixa, beneficiando-se de uma menor taxa de Imposto de Renda. Agora, eles estarão sujeitos a uma alíquota de 15% sobre os rendimentos, a qual deverá ser quitada nos meses de maio e novembro anualmente.

Com informações do Brasil 247

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