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Governistas pretendem atingir Torres na CPMI do 8 de janeiro para cercar Bolsonaro

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Ex-ministro bolsonarista está preso desde o dia 14 de janeiro e se vê cada vez mais emparedado pela Justiça

www.brasil247.com - Anderson Torres e Jair Bolsonaro
Anderson Torres e Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Governistas pretendem atingir Torres na CPMI do 8 de janeiro para cercar Bolsonaro · Ouvir artigo

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O Palácio do Planalto planeja utilizar a CPMI do Terrorismo Bolsonarista para atingir Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PL), em uma tentativa de pressionar o ex-chefe do Executivo e assumir o controle da investigação, informa o jornal O Globo.

Torres está preso desde o dia 14 de janeiro e se vê cada vez mais emparedado pela Justiça. Ele teve um pedido de liberdade negado nesta sexta-feira (28) pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), mantendo decisão de Alexandre de Moraes, que cita, entre outros motivos, as blitzes realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, principalmente em estados do Nordeste.

Tal operação de sabotagem eleitoral teve objetivo de impedir a locomoção de eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva e favorecer Bolsonaro. Neste caso, Torres é suspeito de usar a máquina pública para interferir no resultado do pleito. Além disso, é investigado por ter sido conivente com os ataques terroristas bolsonaristas às sedes dos três poderes no dia 8 de janeiro – ele era o secretário de Segurança Pública do DF na ocasião e estava viajando para os EUA, onde Jair Bolsonaro também se encontrava. Playvolume

Também foi encontrada uma minuta golpista em sua casa, que previa uma intervenção bolsonarista no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para lidar com a CPMI, a avaliação no Palácio do Planalto é que as investigações não podem se limitar ao dia das invasões golpistas. “Pelo plano definido pelo governo, a cronologia das investigações da CPMI começará com as operações nas estradas, passará pelos ataques ocorridos em Brasília no dia 12 de dezembro, data da diplomação de Lula, abordará ainda os acampamentos em frente aos quartéis do Exército e chegará ao dia da tentativa de golpe”, diz a reportagem do jornal.

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