
A nova posição do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, sobre as penas dos condenados pelos atos terroristas de 8 de janeiro gerou irritação entre seus colegas de corte, principalmente por um motivo: Fux questionou as punições aplicadas, considerando-as exageradas, em um julgamento de grande repercussão midiática, envolvendo Jair Bolsonaro (PL) e a tentativa de golpe de Estado.
Embora outros magistrados do STF também tenham se mostrado incomodados com as penas aplicadas a alguns dos condenados pelos ataques, o modo como Fux externou sua discordância de Moraes em um julgamento de grande apelo popular e sob pressão dos bolsonaristas por anistia gerou críticas entre seus pares, conforme informações da colunista Bela Megale, do Globo.
Três ministros apontaram que, nos 500 processos envolvendo os ataques de 8 de janeiro, Fux acompanhou o relator dos casos, Alexandre de Moraes, em quase todas as condenações. Eles ressaltaram ainda que o ministro é conhecido por ser rigoroso em matérias penais.
“Ficou a dúvida entre nós por que o ministro Fux só teve essa reação inflamada depois de julgar cerca de 500 processos”, disse um integrante da corte, que preferiu não se identificar.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/N/m/zgByaFTTK8BimBXxuPZA/110086517-mariz-pa-brasilia-19-02-2025-alexandre-de-moraes-luiz-fux-stf-ministro-alexandre-de-mo.jpg)
Uma das falas de Fux que mais incomodou os colegas foi quando ele afirmou que o STF julgou os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro “sob violenta emoção”.
“Julgamos sob violenta emoção após a verificação da tragédia do 8 de janeiro. Eu fui ao meu ex-gabinete, que a ministra Rosa (Weber) era minha vice-presidente. Vi mesa queimada, papéis queimados. Mas eu acho que os juízes, na sua vida, têm sempre que refletir sobre os erros e os acertos”, disse Fux durante o julgamento de Bolsonaro, na semana passada.
A fala foi proferida após ele comunicar a Moraes, durante a sessão, que iria reconsiderar a pena de 14 anos proposta para a cabeleireira bolsonarista Débora Rodrigues, que pichou a frase “perdeu, mané” na estátua “A Justiça” durante os ataques de 8 de janeiro. Este caso tem sido explorado politicamente por Bolsonaro e seus aliados na defesa da anistia.
Com informações do Diário do Centro do Mundo
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
-
IBGE abre mais de 27 mil vagas temporárias com salários que podem chegar a R$ 4.370

Inscrições começam nesta sexta-feira (6) e seguem até 25 de novembro; seleção para recenseadores do Censo Agropecuário oferece auxílio-alimentação e oportunidades em todo o Brasil. Ceilândia em Alerta – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou nesta quinta-feira (5 de novembro) o edital de um novo processo seletivo simplificado com 27.279 vagas temporárias…
-
Após tornados no Sul, Inmet mantém alerta para tempestades e ventos de até 100 km/h

Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul contabilizam milhares de pessoas afetadas; avanço de frente fria associada a ciclone extratropical também ameaça áreas do Sudeste. Ceilândia em Alerta – O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e órgãos estaduais de Defesa Civil mantêm alertas para tempestades no Sul e em partes do Sudeste do Brasil…
-
Comissão de Direitos Humanos da CLDF recebe até 3 mil denúncias por ano e alerta para violações no DF

Deputado Fábio Felix apresenta balanço de oito anos à frente do colegiado; reunião também aprova propostas de combate à violência contra mulheres, ao racismo e de proteção às pessoas com deficiência. Ceilândia em Alerta – A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebe atualmente…






