
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como favorito para as eleições presidenciais de 2026, conforme a nova pesquisa da série Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (3).
De acordo com o levantamento, o principal concorrente ao petista seria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível até 2030 devido a condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ser réu em um processo por liderar uma tentativa de golpe após as eleições de 2022.
Em uma possível reedição do segundo turno do último pleito, Lula alcançaria 44% dos votos, enquanto Bolsonaro ficaria com 40%. Esse resultado configura um empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
No cenário de confronto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula teria uma vantagem de seis pontos percentuais, com 43% contra 37% do ex-ministro de Bolsonaro. Em janeiro, Tarcísio tinha 34% das intenções de voto, enquanto Lula manteve a mesma taxa de 43% nas duas pesquisas.
Apesar de outros governadores reduzirem a distância, Lula segue à frente. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), subiu de 26% para 30% nas simulações contra Lula, que variou de 45% para 44%. Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), passou de 28% para 31%, enquanto Lula recuou de 45% para 43% nesse cenário.
Lula também aparece à frente em simulações contra outros possíveis candidatos, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o governador do Paraná Ratinho Júnior (PSD) e o ex-coach Pablo Marçal (PRTB).
A pesquisa foi realizada pela Quaest, que entrevistou presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um índice de confiança de 95%.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/m/C/vd81EyQYyzd4gAhBnsXQ/quaest-presidencial.png)
Lula vence na espontânea também
Na pesquisa espontânea, só três nomes foram citados: Lula (9%), Bolsonaro (7%) e Tarcísio (1%). Os indecisos são 80%.
Apesar de ser o concorrente que mais se aproxima do atual presidente, tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea, o levantamento da Quaest traz uma má notícia para Bolsonaro. Uma das perguntas feitas aos entrevistados é do que teriam mais “medo” hoje, Lula continuar ou o ex-presidente voltar. O retorno de Bolsonaro ao poder foi citado por 44%, enquanto a continuidade do petista foi mencionada por 41%.
Para Lula, a nota desfavorável é que 62% dos pesquisados opinam que ele não deveria voltar a se candidatar a presidente, contra 35% que acham que deveria.
Com informações do Diário do Centro do Mundo
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
-
STF enfrenta crise interna e debate impacto de investigações sobre as eleições

Sessão extraordinária expõe divergências entre ministros sobre o caso Master, a atuação da Polícia Federal e o risco de investigações envolvendo integrantes da Corte interferirem no ambiente eleitoral. O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta um dos momentos de maior tensão interna dos últimos anos. Em sessão extraordinária realizada nesta terça-feira (15), ministros discutiram os limites…
-
CNT/MDA aponta Lula com 47,3% e Flávio Bolsonaro com 40% no segundo turno

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (15) mostra diferença de 7,3 pontos percentuais no confronto direto; levantamento ouviu 2.002 eleitores e tem margem de erro de 2,2 pontos. A nova rodada da pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta terça-feira (15), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 47,3% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio…
-
Cinema brasileiro debate estratégias para ampliar público e fortalecer mercado nacional

Debate no Festival de Brasília aponta que aumentar a produção não basta e defende ações voltadas à distribuição, exibição, formação de público e presença das obras nacionais no streaming. O cinema brasileiro ampliou sua capacidade de produção nas últimas décadas, mas ainda enfrenta dificuldades para transformar esse crescimento em público e participação no mercado interno.…






