Paulo Guedes é oficialmente investigado pela Justiça; Moro vai definir seu futuro

As acusações são, resumidamente, as seguintes:

1- o Fundo de Investimento em Participações (FIP) BR Educacional, pertencente a Guedes, recebeu R$ 400 milhões para investir em projetos educacionais não avaliados devidamente e que teriam dado “lucros excessivos” à empresa de Guedes;

2- no negócio, de tacada, o fundo de Guedes embolsou toda a ’comissão’ sobre o total de investimentos previstos, uma bolada de R$ 6.6 milhões antes mesmo de qualquer operação.

3- a seguir, a parte mais “cabeluda”: o fundo controlado por Guedes investiu em uma única empresa, de propriedade do próprio Guedes, a HSM Educacional que, por sua vez, comprou com um ágio estimado em R$ 16,5 milhões outra HSM, esta argentina, que nem tinha funcionamento no Brasil. A HSM passou a dar prejuízo – logo, o investimento virou negativo – mas pagou a bagatela de R$ 12 milhões em palestras, muitas delas dadas por…Paulo Guedes.

Estas são as acusações formalizadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) do – adivinhe – Ministério da Fazenda, ao qual a previdência privada está subordinada. Como esse pessoal não é bobo, a Previc hoje já soltou nota, claro, dizendo que todos os negócios com Guedes “carecem de avaliação conclusiva de mérito”.

Vai ser muito curioso ver como Sérgio Moro vai orientar a PF neste caso e como vai reagir, quando vierem, as pressões de Bolsonaro.

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