Veja como se deu o golpe de 2014 e quem foram os peonagens, e a pobreza já chegou!

O mais engraçado é os coxinhas negando o que o mundo inteiro sabe. Quando dizem que o PT acabou com o Brasil, a gente percebe que o orgulho da pessoa chega a ser maior que a ignorância e a sua própria mentira.

Esses mesmos Procuradores da Lava Jato, Moro e setor do judiciário passando a utilizar setor da mídia reacionária e começaram a infernizar Dilma em 2013 com os 0,20 centavos… em 2014 os trezentos picaretas do congresso se voltou contra ela porque não fez conchavo com Cunha…o resto todo mundo já sabe. Taí pra quem precisa de provas de que não foi o PT que quebrou o Brasil, mas os coxinhas malditos. orientados pelos fake news e a Lava Jato, que receberam dinheiro do Capital Nacional e Internacional. E para manter essa farsa arrumaram os crimes do ex-presidente Lula, mas nunca mostraram uma prova se quer, Moro, a troco de cargos prendeu o Lula para que o Bolsonaro ganhasse as eleições. Será que alguém tem alguma duvida?

Na minha humilde opinião o Brasil está complicado, só para ajudar os grandes empresários. Não. não estão mexendo com eles, mas com os pobres é como dizia o saudoso Chico Anísio, em sua personagem “Quero que pobre se exploda” “E o salário, ó”.

Em apenas um ano, o Brasil passou a ter quase 2 milhões de pessoas a mais vivendo em situação de pobreza. A pobreza extrema também cresceu em patamar semelhante. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, em 2016 havia no país 52,8 milhões de pessoas em situação de pobreza no país. Este contingente aumentou para 54,8 milhões em 2017, um crescimento de quase 4%, e representa 26,5% da população todal do país, estimada em 207 milhões naquele ano (em 2016, eram 25,7%).

Já a população na condição de pobreza extrema aumentou em 13%, saltando de 13,5 milhões para 15,3 milhões no mesmo período. Do total de brasileiros, 7,4% estavam abaixo da linha de extrema pobreza em 2017. Em 2016, quando a população era estimada em cerca de 205,3 milhões, esse percentual era de 6,6%.

O gerente da pesquisa, André Simões, enfatizou que o aumento da pobreza se deu pela maior deterioração do mercado de trabalho. Ele lembrou que em 2017 houve um pequeno crescimento do PIB, ao contrário dos dois anos anteriores, mas que essa alta foi puxada pela agroindústria, “que não emprega tanto quanto outras atividades”.

“A renda do trabalho compõe a maior parte da renda domiciliar. A taxa de desocupação continuou elevada neste ano, por isso a pobreza aumentou”, destacou.

Segundo o IBGE, é considerada em situação de extrema pobreza quem dispõe de menos de US$ 1,90 por dia, o que equivale a aproximadamente R$ 140 por mês. Já a linha de pobreza é de rendimento inferior a US$ 5,5 por dia, o que corresponde a cerca de R$ 406 por mês. Essas linhas foram definidas pelo Banco Mundial para acompanhar a pobreza global.

O rendimento médio mensal domiciliar per capita (a soma das rendas de todos os moradores do domicílio, dividida pelo número de pessoas) obtido no país foi de R$ 1.511 em 2017.

Um país cuja capital São Paulo tornou-se o maior centro de mendigos, só não vê quem não quer!

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