O primeiro estudo divulgado pela Fiocruz relativo ao uso da cloroquina (hidroxicloroquina) comprova que Bolsonaro está completamente errado e que agir de acordo com “achismos” só causa histeria. A posição do presidente em citar a própria cloroquina em seu pronunciamento à nação, foi um grande absurdo, já que a instituição comprovou que número de mortes é mesmo utilizando ou não a medicação que é destinada originalmente aos portadores de doença de chagas.
A diferença dos dados dos grupos de controle de teste esteve dentro da margem de segurança. Com o uso da cloroquina 13% vieram a óbito e sem, a taxa foi de 18%. Os testes foram realizados em pacientes com a modalidade grave da Covid-19.
Os resultados preliminares de um estudo feito com a cloroquina pela Fiocruz e pela Fundação de Medicina Tropical mostraram que a letalidade no grupo de pacientes com Covid-19 testado, em estado grave, foi de 13%.
De 81 doentes internados que tomaram o medicamento, 11 morreram.
A taxa de mortalidade verificada em pacientes em iguais condições que não usaram a droga é de 18%, segundo estudos internacionais, inclusive da China.
A proximidade dos dois índices não permite afirmar, por enquanto, que a cloroquina possa fazer diferença fundamental no tratamento dos doentes infectados pelo novo coronavírus.
“Os otimistas podem achar que [a taxa com o uso da cloroquina] é menor. Os pessimistas podem achar que é igual. Estatisticamente, é igual, na margem de confiança”, diz o infectologista Marcus Lacerda, da Fiocruz, que participa do estudo.
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