Vídeo provaria que Bolsonaro pressionou pela troca do diretor-geral da PF
A AGU (Advocacia-Geral da União) recorreu na quara-feira (06/V) da decisão do ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), de obrigar o governo a entregar a gravação da reunião, citada por Sergio Moro em depoimento, em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria ameaçado demitir o então ministro da Justiça e Segurança Pública caso não trocasse o diretor-geral da Polícia Federal.
O órgão, que faz a defesa judicial do Executivo, alega que o encontro tratou de “assuntos potencialmente sensíveis e reservados de Estado, inclusive de Relações Exteriores, entre outros”.
Na noite de terça-feira (05/V), o site O Antagonista informou que “que o cartão de memória usado para gravar a reunião ministerial do dia 22 de abril foi formatado. A mídia ficou todo esse tempo com o chefe da Assessoria Especial da Presidência, Célio Faria Júnior, que só a devolveu hoje – sem qualquer conteúdo”.
De acordo com a Folha de S.Paulo, aliados do presidente divergem sobre quem esteve com o cartão de memórias da gravação, mas já afirmam que o vídeo não captou o encontro por inteiro e que deverá ser entregue uma versão curta da reunião ao Supremo.
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