Político propagou fake news sobre uso de cocaína por Guilherme Boulos e não foi punido

O coach de extrema direita e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal anunciou que será candidato à presidência da República em 2026, mantendo-se no PRTB, partido que, segundo ele, passará a se chamar “Brasileiro”, destaca o jornal O Globo. A confirmação de sua candidatura ocorre após meses de negociações com diversas legendas, incluindo o União Brasil, mas Marçal decidiu permanecer em sua atual sigla.
Em nota, Marçal destacou que o empreendedorismo será a chave para libertar o povo brasileiro e fomentar o desenvolvimento econômico do país. “Serei candidato a presidente pelo PRTB em 2026. O empreendedorismo é a chave para libertar o nosso povo e fomentar o desenvolvimento econômico”, afirmou.
Apesar da aposta na candidatura presidencial, o empresário enfrenta investigações tanto no âmbito da Polícia Federal quanto da Justiça Eleitoral. Marçal é acusado de divulgar um laudo falso, no qual alegava que seu concorrente na eleição municipal de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), havia procurado uma unidade de saúde por uso de cocaína. A falsidade do documento foi rapidamente comprovada.
O caso está sendo analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e pode resultar em uma condenação por crimes eleitorais, como injúria, difamação e falsidade com fins eleitorais. Se condenado, Marçal pode enfrentar inelegibilidade por oito anos e até prisão.
Ainda segundo a reportagem, o PRTB, que se prepara para lançar candidatos ao Senado e governos estaduais, também não descarta parcerias estratégicas nas eleições de 2026. Embora não tenha detalhes sobre a colaboração, uma possível aliança com o cantor Gusttavo Lima está sendo discutida. Lima, que anunciou sua própria candidatura à presidência, recebeu um telefonema de Marçal para discutir apoio em sua empreitada política.
Esta será a segunda tentativa de Marçal ao cargo de presidente, após uma experiência frustrada nas eleições de 2022, quando sua candidatura pelo PROS foi barrada pela Justiça Eleitoral. No mesmo ano, ele se candidatou a deputado federal, mas não chegou a tomar posse, devido a decisões desfavoráveis da Justiça Eleitoral.
Em 2024, Marçal disputou a eleição municipal de São Paulo, onde obteve 1,7 milhão de votos, ficando em terceiro lugar na eleição mais acirrada da história da capital paulista.
Com informações do Brasil 247
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