IBGE aponta que a renda média mensal das famílias cresceu 4,7% e atingiu recorde de R$ 2.020, fruto das ações do governo para valorizar o mínimo, promover empregos e fortalecer a inclusão social

Faz o L: segundo o IBGE, a massa de rendimento mensal em 2024 é 15% superior a 2019
O Brasil está colhendo frutos de um governo comprometido com as famílias, a valorização do salário mínimo e políticas públicas que olham para quem mais precisa. Dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (8) mostram um marco histórico: em 2024, a desigualdade caiu ao menor nível desde 2012 e a renda média das famílias atingiu o maior valor já registrado. São resultados que confirmam o “Efeito Lula” e a importância de um governo voltado ao bem-estar do povo.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a massa de rendimento mensal domiciliar per capita chegou a inéditos R$ 438,3 bilhões em 2024. O aumento foi de 5,4% em relação a 2023, e nada menos que 15% superior a 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro. Já o rendimento médio mensal real por pessoa atingiu R$ 2.020, alta de 4,7% em 12 meses e 19,1% acima de 2012, ano inicial da série histórica.
O salto é generalizado: recordes foram observados no rendimento total da população com renda (R$ 3.057), no rendimento do trabalho (R$ 3.225) e no valor médio recebido de programas sociais do governo (R$ 836). Também batemos novo recorde no número de brasileiros com algum tipo de rendimento: 143,4 milhões de pessoas, sendo 101,9 milhões com renda do trabalho, ambas máximas históricas. Já os beneficiários de programas sociais somaram 20,1 milhões, acima do que era antes da pandemia.

Esses avanços foram observados em todas as regiões do país, embora o Sul mantenha o maior rendimento médio (R$ 2.499 por pessoa), e o Nordeste tenha o menor (R$ 1.319). No recorte estadual, o Distrito Federal lidera com R$ 3.276 per capita, enquanto Maranhão, Ceará e Amazonas apresentam os menores valores. O destaque também está nos aumentos regionais entre 2023 e 2024, especialmente no Sul (+9,5%) e Nordeste (+6,1%), mostrando que o crescimento chegou mais forte justamente onde havia maior defasagem.
A pesquisa do IBGE também reforça o papel do trabalho de qualidade e da valorização do salário mínimo. A participação do rendimento do trabalho subiu de 74,2% para 74,9% do rendimento das famílias, refletindo o dinamismo do emprego e a criação de ocupações mais protegidas. O percentual de domicílios com beneficiário do Bolsa Família segue elevado, alcançando 18,7%, ajudando a garantir renda para as famílias mais vulneráveis.
Indicadores de desigualdade: queda histórica
Um dos resultados mais expressivos é a queda histórica dos indicadores de desigualdade. O índice de Gini recuou para 0,506, menor nível já registrado. A distância entre o rendimento dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres baixou a 13,4 vezes; já em 2018, esse abismo era de 17,1 vezes. No extremo da pirâmide, o 1% mais rico recebeu 36,2 vezes mais que os 40% mais pobres — bem abaixo do pior índice da série (48,9 vezes, em 2019).
Como aponta o IBGE, esse avanço resulta do fortalecimento do emprego, do crescimento do rendimento entre os que ganham menos, do reajuste do salário mínimo acima da inflação e do alcance dos programas de transferência de renda.
Com uma estratégia clara de priorizar quem mais precisa, o governo Lula comprova — com dados do IBGE — que é possível crescer distribuindo renda, gerar empregos melhores, valorizar aposentadorias e fortalecer o compromisso social do Brasil. É assim que se combate a mentira, resgata a esperança e constrói um país menos desigual. Faz o L!
Com informações do PT Org
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