Bolsonaro não pode escapar impune dos crimes que cometeu no 7 de setembro, diz Miriam Leitão

Jornalista disse que o dia do bicentenário da Independência foi também o dia da infâmia.

O dia do bicentenário da Independência, em que Jair Bolsonaro ignorou a data e falou do seu próprio pênis, foi o dia da infâmia, escreveu a jornalista Miriam Leitão, que apoiou o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff e a prisão política do ex-presidente Lula – artimanhas usadas pela elite para promover um choque neoliberal no Brasil.

Em sua coluna, ela também afirmou que Jair Bolsonaro não pode escapar impune dos diversos crimes cometidos no dia de ontem. “É necessário que as instituições não se deixem enganar pela falsa interpretação de que este ano foi mais ‘suave’ pelo fato de Bolsonaro não ter dito coisas como chamar um ministro do Supremo de canalha. Bolsonaro ontem abusou do seu poder como chefe de Estado, usou recursos públicos para a campanha, dividiu o país em dia de união,

apropriou-se de data nacional, desrespeitou códigos, protocolos e leis. E, sim, ameaçou a todos com golpes de Estado”, escreveu.

“Se Bolsonaro sair de novo impune de todo o escandaloso abuso de poder exibido durante todo este infeliz Sete de Setembro, é porque o país se deixou encurralar por um golpista que usa todas as técnicas de manipulação para destruir a democracia”, finalizou.

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