À Glamour, a atriz e apresentadora falou sobre os desafios, surpresas e descobertas com a chegada de Palo, seu primeiro filho
Nos últimos anos, Mariana Rios falou abertamente sobre o desejo de ser mãe e sua jornada difícil como tentante. Em dezembro passado, ela deu à luz a Palo, seu primeiro filho, fruto do relacionamento com o empresário e economista João Luis Diniz D’Avila.
Em conversa com a Glamour, a apresentadora conta que o momento de virada de chave em que entendeu, de fato, o que é ser mãe aconteceu quando compreendeu que nunca mais conseguiria existir da mesma forma no mundo: “A maternidade não mudou apenas a minha rotina, mudou a minha percepção da vida”.
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“Existe uma frase que hoje faz muito sentido pra mim: quando um filho nasce, nasce também uma mãe. E eu senti isso profundamente. Não foi no parto, exatamente. Foi nos pequenos momentos depois dele”, explicou. “No silêncio da madrugada, olhando o Palo dormir, no medo de imaginar qualquer coisa acontecendo com ele, na sensação de que meu coração agora vive fora do meu corpo. Foi aí que eu entendi que ser mãe é amar alguém mais do que a si mesma sem fazer nenhum esforço pra isso”.
A chegada do filho trouxe desafios, mas também muitas surpresas e descobertas, como perceber “que o amor realmente cresce nos detalhes mais simples”. “O mundo muda completamente quando um sorriso do seu filho se torna a coisa mais importante do seu dia. É muito louco perceber que algo tão pequeno consegue reorganizar todas as prioridades da sua vida sem precisar dizer uma palavra”.
A seguir, você confere a conversa completa:
O que ninguém te avisou sobre a maternidade e você gostaria que tivessem te contado?
Ninguém me avisou que a maternidade mexeria tanto com a nossa identidade. Todo mundo fala sobre o bebê nascer, mas pouco se fala sobre a mulher que também nasce ali. Você muda emocionalmente, espiritualmente, psicologicamente. Algumas versões suas deixam de existir. Outras aparecem. E isso às vezes assusta porque exige desapego. Hoje eu entendo que a maternidade é também um encontro muito profundo com quem você realmente é.
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O que a maternidade te obrigou a enfrentar sobre você mesma?
Me obrigou a olhar para as minhas vulnerabilidades com mais honestidade. A maternidade expõe nossas fragilidades, nossos medos, nossas cobranças internas. Eu sempre fui uma mulher muito forte, muito independente, acostumada a controlar tudo. E ser mãe me ensinou que amor também é entrega, vulnerabilidade e presença. Acho que aprendi a me acolher mais.
Existe alguma culpa que você carrega e ainda está aprendendo a lidar?
A culpa de não conseguir estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Acho que toda mãe vive isso um pouco. Quando estou trabalhando, quero estar perto dele. Quando estou com ele, às vezes penso nas responsabilidades profissionais. Estou aprendendo que equilíbrio não é perfeição. E que uma mãe feliz, realizada e emocionalmente saudável também é uma forma de amor.
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Por fim, que tipo de mãe você quer ser para o Palo?
Quero ser uma mãe que ensina através do exemplo. Quero que o Palo cresça sabendo que sensibilidade não é fraqueza, que caráter importa, que gentileza transforma relações e que felicidade não está nas coisas externas. Quero que ele se sinta amado de uma forma tão profunda que isso vire força dentro dele pro resto da vida. E, acima de tudo, quero que ele tenha liberdade para ser exatamente quem ele nasceu pra ser.
Com informações Glamour Globo
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