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Bolsonaro já trocou de sigla oito vezes

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Em atrito com o PSL, sigla pela qual se elegeu presidente em 2018, Jair Bolsonaro avalia trocar de partido. Se isso acontecer, será a nona troca em sua carreira política. Relembre o histórico partidário de Bolsonaro abaixo.

Em 1988, Bolsonaro se filiou ao Partido Democrata Cristão (PDC), pelo qual conseguiu se eleger vereador no Rio de Janeiro em 1989 e deputado federal em 2001. Em 1993, a sigla se funde com o Partido Democrático Social (PDS) e vira Partido Progressista Reformador (PPR), no qual Bolsonaro se filia.

Em 1995, uma nova fusão. Do PPR com o Partido Progressita (PP), criado um ano antes. Nascia o Partido Progressista Brasileiro (PPB), que abriga Bolsonaro daquele ano até 2003.

Em 2003, ano em que o PPB vira PP*, Bolsonaro filia-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), no qual fica dois anos. Em 2005, o então deputado federal tem uma rápida passagem pelo Partido da Frente Liberal (PFL, hoje DEM) e, depois, vai para o PP, onde fica até 2016, quando troca a sigla pelo Partido Social Cristão (PSC).

Bolsonaro deixa o PSC só em 2018, de olho na eleição presidencial. Ele chegou a ter conversas com o Patriota, mas opta pelo Partido Social Liberal (PSL) para a disputa do Planalto.

Como mostrou o Estado, Bolsonaro quer um partido que possa controlar. O motivo da insatisfação é a dificuldade da família Bolsonaro para controlar a legenda e seus diretórios regionais, que não aceitam a imposição dos nomes do grupo.

Por telefone, o presidente exigiu de Luciano Bivar, presidente do PSL, o comando do partido. Disse que, caso a situação continuasse como está, deixaria o partido. Bivar recusou o ultimato. Bivar controla o PSL desde 1994, quando a sigla ainda era nanica.

A União Democrática Nacional (UDN) já pediu registro como partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e quer que Bolsonaro se filie à sigla.

O conflito do presidente com a cúpula do PSL ficou evidente nesta terça-feira, 8, após ele ser abordado, diante do Palácio da Alvorada, por um apoiador que disse ser pré-candidato da legenda no Recife. Bolsonaro pediu a ele para “esquecer” o PSL e afirmou que Bivar “está queimado para caramba”.

O tamanho do PSL. Mesmo rachado, o PSL terá na próxima campanha eleitoral a maior fatia dos fundos públicos usados para financiar candidatos – estimada em R$ 400 milhões –, porque foi o mais votado na disputa de 2018, na esteira da eleição de Bolsonaro. Antes nanico e em 2018 com apenas um deputado, o partido tem hoje 53 deputados federais, só menos que o PT (54). No Senado, são três.As siglas de Bolsonaro
– 1988 a 1993: PDC

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