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Em nova reviravolta, opositor de Maduro retorna à prisão domiciliar

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Após ficar preso por 8 meses, Juan Pablo Guanipa deixou à cadeia no domingo e teve a liberdade condicional revogada menos de 12 horas depois

O político venezuelano Juan Pablo Guanipa, opositor de Nicolás Maduro que foi detido horas depois de ter a liberdade provisória concedida no domingo (8/2), voltou a ser transferido para prisão domiciliar. A informação foi compartilhada pelo filho, Ramón Guanipa, na conta do próprio pai na rede social X, nesta terça-feira (10/2).

“Confirmo que meu pai, Juan Pablo Guanipa, está em casa em Maracaibo (cidade venezuelana). Estamos aliviados em saber que minha família estará reunida em breve […] Meu pai permanece preso injustamente, porque prisão domiciliar ainda é prisão, e exigimos sua plena liberdade e a de todos os presos políticos”.

O filho do político ainda agradeceu a autoridades dos Estados Unidos “pelo trabalho que têm realizado em prol da liberdade na Venezuela e de todos os presos políticos”.

Guanipa é um aliado próximo de María Corina Machado, que apoiou o candidato Edmundo González nas últimas eleições presidenciais na Venezuela.

Prisão de Guanipa e libertação de presos políticos na Venezuela

  • Juan Pablo Guanipa foi preso em maio de 2025, acusado de participar de um “plano terrorista” para sabotar as eleições;
  • Opositores do regime do presidente venezuelano Nicolás Maduro denunciaram o detimento de Guanipa como uma “prisão política”;
  • No dia 3 de janeiro deste ano, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e prenderam Maduro. Desde então, a presidente interina, Delcy Rodriguez, aliada de Maduro, tem aproximado as relações entre Caracas e Washington;
  • Uma das medidas venezuelanas em aceno aos Estados Unidos é a soltura de “prisioneiros políticos”, que teriam sido detidos por críticas ou protestos contra o governo de Maduro.
  • Nesse contexto, Guanipa foi solto no dia 8 de fevereiro. Ele ficou solto por cerca de 12 horas antes de ser detido novamente por descumprir condições da liberdade provisória;
  • Agora, ele segue cumprindo a pena em prisão domiciliar.

Com informações do Correio Braziliense

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