O presidente Jair Bolsonaro participou na tarde desta segunda-feira 9/XII de um almoço comemorativo no Palácio da Alvorada pela promoção de novos oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica.
Durante o evento, que contou com a presença do ministro da Defesa, gal. Fernando Azevedo e Silva, Bolsonaro se rasgou em elogios a Castello Branco e Emílio Garrastazu Médici, presidentes durante a ditadura militar.
Leônidas Pires Gonçalves, ministro do Exército durante o governo de José Sarney, também foi homenageado pelo anfitrião Bolsonaro.
(O gal. Leônidas era aquele que dizia que o Vladimir Herzog morreu porque “era psicologicamente instável”…)
“Nós nada fazemos sozinhos. A grande âncora do meu governo são as Forças Armadas”, disse o Jair Messias.
Bolsonaro ignorou os dados do Instituto Datafolha que mostram a queda de sua popularidade: “nós, cada vez mais, provamos que estamos no caminho certo e queremos, sim, de fato, um Brasil diferente”, afirmou.
Ele continuou – e fez uma possível referência à sua declaração de março de 2019, quando afirmou que “Democracia só existe porque os militares permitem“: “por momentos que beiram a tragédia, as Forças Armadas sempre se fizeram presentes. Alguns colegas nossos perderam a vida, outros tiveram sua honra destroçada, mas nós resistimos”.
De quem seria a “honra destroçada”, presidente?
Seria uma referência ao torturador Ustra e outros ídolos da família Bolsonaro?
Ao final, Bolsonaro elogiou os militares presentes no alto escalão de seu governo (“ninguém faz nada sozinho”) e desejou um papel maior para os militares no futuro: “amanhã, se Deus assim permitir, os senhores estarão aqui na frente, muito bem representando o nosso Brasil. Novos desafios, com Deus no norte”, afirmou.
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