O deputado federal Marcelo Freixo (Psol-RJ) vai pedir a cassação do senador Flávio Bolsonaro por envolvimento com o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, morto domingo no interior da Bahia.
O anúncio foi feito no twitter:
Vamos pedir a cassação do Flávio Bolsonaro no Conselho de Ética do Senado por quebra de decoro. É grave que um senador mantenha vínculos com milicianos. Segundo o MP, Adriano participava do esquema de desvio de dinheiro público através das rachadinhas no gabinete do 01.
Freixo foi autor do requerimento que criou a CPI das Milícias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Uma de suas assessoras, então, era a futura vereadora Marielle Franco.
Mais cedo, na mesma rede social, Freixo escreveu:
Adriano não era só um bandido queridinho da família Bolsonaro, elogiado por Jair e Flávio. O chefe da milícia de Rio das Pedras participava dos esquemas da família, tudo operado pelo Queiroz.
O clã Bolsonaro, sempre muito ativo nas redes sociais, está em absoluto silêncio sobre a morte de Adriano.
O miliciano empregou mãe e esposa no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.
Ambas receberam mais de R$ 1 milhão em dinheiro público. São suspeitas de não terem exercido nenhuma função. As supostas funcionárias fantasmas transferiram mais de R$ 200 mil para Fabrício Queiroz. Sacaram outros R$ 200 mil em dinheiro.
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