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Calçados de qualidade e melhor pescado para Semana Santa está na Feira Central de Ceilândia

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O espaço da Feira Central de Ceilândia é uma dos comércios mais diversificados que tem no Distrito Federal. Neste mês, o TaguaCei conversou com o presidente da feira, Jonathan Araújo, para saber sobre a parta de calçados que atualmente compreendem 30 boxes. São sandálias, sapatos sociais, tênis, chinelos, botinas e botas, de variadas marcas e estilos.

“São boxes que trabalham com a linha de sapatos, tênis, sandálias; infantil e adulto. Aqui a gente tem de tudo reunido em um só lugar, com atendimento de excelência e pagamento à vista com desconto ou no crédito parcelado”, diz Jonathan.

Conforme lembra o presidente da Feira Central, todos os produtos comercializados são selecionados, já que os próprios feirantes fazem questão de manter um padrão elevado no que tange à qualidade dos produtos.

É o que acontece com o segmento de carnes, onde as bancas trabalham com que há de melhor em matéria de frios. “Nós oferecemos os melhores pescados de Brasília, portanto, aonde você chegar a um dos boxes que trabalham com essa linha, tem qualidade e o melhor preço. Lembrando que temos também panelas, acessórios para cozinha e temperos”, destaca Jonathan.

Durante a Semana Santa a feira vai funcionar também na segunda e na terça-feira.

Segurança

Em razão da pandemia, a Feira Central adotou um rigoroso sistema para proteção dos feirantes e clientes. De acordo com o presidente, algumas medidas foram adotadas no ano passado e continuam em vigor até o momento, como a disponibilização de álcool em gel em todos os boxes, aferição da temperatura dos clientes, uso obrigatório de máscara e o respeito ao distanciamento de dois metros.

Essas medidas, explica Jonathan Araújo, permitiram que a feira mantivesse, mesmo que diante da baixa generalizada do comércio, um bom ritmo de vendas. “O nosso trabalho é esse, é de ter parceria com todos, respeitando sempre, tentando aquilo que está ao nosso alcance, é lógico que a gente queria ajudar mais, mas como temos algumas limitações, mas a minha alegria é que eles [os feirantes] entendam isso e para que nós caminhemos juntos dentro de um ambiente legal”, afirma Jonathan.

O espaço da Feira Central de Ceilândia é uma dos comércios mais diversificados que tem no Distrito Federal. Neste mês, o TaguaCei conversou com o presidente da feira, Jonathan Araújo, para saber sobre a parta de calçados que atualmente compreendem 30 boxes. São sandálias, sapatos sociais, tênis, chinelos, botinas e botas, de variadas marcas e estilos.

“São boxes que trabalham com a linha de sapatos, tênis, sandálias; infantil e adulto. Aqui a gente tem de tudo reunido em um só lugar, com atendimento de excelência e pagamento à vista com desconto ou no crédito parcelado”, diz Jonathan.

Conforme lembra o presidente da Feira Central, todos os produtos comercializados são selecionados, já que os próprios feirantes fazem questão de manter um padrão elevado no que tange à qualidade dos produtos.

É o que acontece com o segmento de carnes, onde as bancas trabalham com que há de melhor em matéria de frios. “Nós oferecemos os melhores pescados de Brasília, portanto, aonde você chegar a um dos boxes que trabalham com essa linha, tem qualidade e o melhor preço. Lembrando que temos também panelas, acessórios para cozinha e temperos”, destaca Jonathan.

Durante a Semana Santa a feira vai funcionar também na segunda e na terça-feira.

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Em razão da pandemia, a Feira Central adotou um rigoroso sistema para proteção dos feirantes e clientes. De acordo com o presidente, algumas medidas foram adotadas no ano passado e continuam em vigor até o momento, como a disponibilização de álcool em gel em todos os boxes, aferição da temperatura dos clientes, uso obrigatório de máscara e o respeito ao distanciamento de dois metros.

Essas medidas, explica Jonathan Araújo, permitiram que a feira mantivesse, mesmo que diante da baixa generalizada do comércio, um bom ritmo de vendas. “O nosso trabalho é esse, é de ter parceria com todos, respeitando sempre, tentando aquilo que está ao nosso alcance, é lógico que a gente queria ajudar mais, mas como temos algumas limitações, mas a minha alegria é que eles [os feirantes] entendam isso e para que nós caminhemos juntos dentro de um ambiente legal”, afirma Jonathan.

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