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Psol lança pré-candidatura de Monica Benício ao Senado no Rio

Viúva de Marielle Franco está em seu segundo mandato como vereadora

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O Partido Socialismo e Liberdade (Psol) oficializou no último sábado (11) a pré-candidatura de Monica Benício, vereadora do Rio ao Senado. Monica é arquiteta urbanista, foi criada na favela da Maré e está em seu segundo mandato na Câmara Municipal do Rio.

“Estou pronta pra representar a alternativa que amplia direitos, que não recua em acordos espúrios e que tem projeto de mudança de verdade”, declarou em postagem nas redes sociais. Entre os projetos de sua autoria que foram aprovados estão o Dia da Visibilidade Lésbica, o Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio e a lei que retira homenagens a escravocratas e torturadores na cidade do Rio. Na Câmara, ela preside a Comissão de Cultura, a Comissão Especial do Carnaval e a Comissão Especial de Monitoramento de Serviços Públicos para Mulheres.

Monica declarou que, em 2026, a união do campo progressista será muito importante para romper com o “ciclo vicioso que se tornou a política fluminense”. “Precisamos unificar as lutas e renovar a fé das pessoas na política e na ação coletiva. Temos que romper com a politicagem que é praticada no Rio de Janeiro, que tanto nos envergonha com tantos escândalos e revelações de relações escusas”, disse ao Brasil de Fato. A candidata faz menção à recente cassação do então governador Cláudio Castro (PL), algo recorrente na história do estado.

Benício entrou para a política institucional em 2020, quando foi incentivada pelo partido a concorrer a uma das vagas de vereança. Ela explica que à época, o partido entendeu que sua eleição era importante no processo de cobrança de Justiça por Marielle Franco, assassinada em 2018 por motivações políticas a mando dos irmãos Brazão. “Entro na política por necessidade de manter a memória de minha esposa viva e de pressionar para que os seus assassinos fossem identificados e julgados. Hoje entendo que fazer Justiça por Marielle não se encerra com o processo judicial, mas que isso se faz carregando seu legado. Precisamos acabar com esse ecossistema criminoso que permitiu a morte de Marielle e que ainda segue em funcionamento no Estado”, afirma.

Neste ano, cada eleitor escolherá duas candidaturas para o Senado em seus estados. Entre as candidaturas progressistas também está a deputada federal Benedita da Silva, pré-candidata pelo PT e ex-governadora do Estado. 

*Com informações do Brasil de Fato

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