Encontro de Lula com Trump fortalece presidente politicamente, diz Quaest

A reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, teve impacto político positivo para Lula, segundo a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira. O levantamento mostra que a maioria dos brasileiros avaliou de forma favorável o encontro realizado na Casa Branca, reforçando a imagem internacional do presidente brasileiro.

De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados afirmaram que Lula saiu politicamente “mais forte” após o encontro com Trump. Apenas 26% disseram que o presidente saiu “mais fraco”, enquanto 13% avaliaram que ele permaneceu igual. Outros 18% não souberam responder.

Os números indicam que a agenda internacional de Lula produziu efeitos positivos inclusive fora do eleitorado tradicionalmente alinhado ao governo. Entre os eleitores independentes, por exemplo, 39% disseram que Lula saiu mais forte do encontro. Entre os que se identificam como direita não bolsonarista, o percentual chegou a 19%.

A pesquisa também mostra ampla aprovação da aproximação diplomática entre Brasil e Estados Unidos. Segundo o levantamento, 60% consideram que o encontro entre Lula e Trump foi bom para o Brasil, contra apenas 18% que classificaram a reunião como ruim. Outros 10% disseram que o encontro não foi nem bom nem ruim.

A percepção favorável também aparece entre setores moderados do eleitorado. Entre os independentes, 56% disseram que a reunião foi positiva para o País. Até entre eleitores da direita não bolsonarista, a avaliação positiva supera a negativa: 53% a 22%.

Outro dado relevante é que 56% dos entrevistados afirmaram que Lula teve uma postura “amigável” durante a reunião com Trump, enquanto apenas 13% disseram que ele adotou uma postura “dura”. A avaliação sugere que a estratégia diplomática do presidente foi bem recebida pela população.

A pesquisa ainda revela mudança importante na visão dos brasileiros sobre a relação do País com os Estados Unidos. Hoje, 56% defendem que o presidente brasileiro seja aliado dos EUA, número que cresceu fortemente em relação aos meses anteriores. Apenas 6% defendem postura de oposição.

O levantamento Genial/Quaest ouviu 2.004 brasileiros entre os dias 8 e 11 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Com informações do portal 247

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