Carta da discórdia. Integrantes do PT negam autoria de pedido a Kokay

Chico Vigilante e Geraldo Magela disseram não ter assinado o documento que pede a participação da deputada como candidata ao Buriti

Não bastassem todos os problemas que o Partido dos Trabalhadores já tem, uma carta com pedido para que a deputada Erika Kokay dispute o Palácio do Buriti nas eleições de outubro provocou desconforto na legenda nesta quinta-feira (17/5). Logo depois de o comunicado ser divulgado, o deputado distrital Chico Vigilante e o ex-deputado federal Geraldo Magela questionaram publicamente os nomes deles no documento.

Ambos alegaram não ter assinado o pedido, por conhecer o posicionamento da presidente do PT-DF. “Esclareço aos petistas e à imprensa que não assinei o documento. Fui consultado por um companheiro se aceitaria assinar tal manifesto e eu desautorizei a inserção do meu nome, pois já tinha conhecimento da negativa da deputada Erika Kokay em aceitar esta missão”, afirmou Magela.

Antes dele, Chico Vigilante também havia desmentido a carta. Em áudio, o distrital disse que a missiva tem o nome dele, mas não a assinatura: “Está circulando um documento com meu nome pedindo para a companheira Erika concorrer ao GDF. Eu não assino esse papel porque ela não quer ser candidata a governadora”, afirmou o parlamentar.Ouça áudio:

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