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PL testa nomes para vice de Flávio Bolsonaro em nova pesquisa

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Partido avalia impacto de possíveis vices na rejeição e no desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro contra Lula

247 – O PL encomendou uma pesquisa quantitativa e qualitativa para avaliar quatro nomes como possíveis candidatos a vice na chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (RJ). O levantamento busca identificar quais nomes têm maior potencial de ampliar votos e reduzir a rejeição do parlamentar em uma disputa direta contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo Igor Gadelha, do Metrópoles.

Os nomes incluídos no estudo são o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE). A análise interna do partido considera fatores como influência regional, perfil do eleitorado e capacidade de ampliar a base de apoio da candidatura.

Entre lideranças do PL, há uma inclinação majoritária pela escolha de uma mulher como vice. A avaliação é de que essa estratégia poderia ajudar a reduzir a resistência do eleitorado feminino ao bolsonarismo, um dos desafios identificados pela legenda em eleições recentes.

Nesse contexto, Tereza Cristina aparece como uma das favoritas dentro do partido. Apesar disso, a senadora demonstraria resistência à possibilidade de integrar a chapa. Já Simone Marquetto é vista como uma opção capaz de dialogar com o eleitorado católico, segmento que, segundo avaliações internas, tem demonstrado maior proximidade com Lula.

Por sua vez, Clarissa Tércio é considerada estratégica para ampliar a presença de Flávio Bolsonaro no Nordeste, região historicamente favorável ao PT. A deputada pernambucana tem forte ligação com o eleitorado evangélico, o que pode contribuir para fortalecer a candidatura nesse segmento.

Romeu Zema, único nome masculino entre os testados, teria como principal trunfo o eleitorado mineiro, considerado decisivo em disputas presidenciais. No entanto, levantamentos internos do PL indicariam que sua influência em âmbito nacional ainda é limitada.

A decisão de realizar a pesquisa também está ligada à tentativa de evitar erros cometidos em eleições anteriores. Dirigentes do partido avaliam que, em 2022, a escolha do general Braga Netto como vice de Jair Bolsonaro não trouxe ganhos eleitorais significativos à chapa. À época, o militar foi escolhido sob o argumento de funcionar como um elemento de proteção política, mas, segundo integrantes do PL, não contribuiu para ampliar o apoio ao então presidente.

Com o novo levantamento, o partido pretende adotar critérios mais estratégicos na definição do vice, priorizando nomes com capacidade comprovada de agregar votos e melhorar a imagem eleitoral da chapa.

Com informações do Brasil 247

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