Governo norte-americano também fará pedido formal de desculpas ao presidente Donald Trump por vazamento de dados fiscais
O governo dos Estados Unidos ampliou nesta terça-feira (19/5) um acordo judicial com o presidente Donald Trump e passou a impedir a Receita norte-americana de continuar auditorias e investigações fiscais já abertas contra o republicano, seus familiares e empresas.
A medida encerra oficialmente um processo de US$ 10 bilhões movido por Trump contra a Internal Revenue Service, equivalente à Receita Federal dos EUA.
O presidente acusava o órgão de permitir o vazamento de informações confidenciais sobre suas declarações de imposto de renda.
Segundo os novos termos divulgados pelo Departamento de Justiça estadunidense, o governo fica “para sempre proibido e impedido” de examinar ou processar Trump, seus filhos, fundos ligados à família e a Trump Organization em relação a questões tributárias que já estavam sob análise antes do acordo.
Na prática, a decisão limita investigações fiscais em andamento envolvendo o presidente e seu grupo empresarial.
Pedido de desculpas
Além do encerramento da disputa judicial, o governo norte-americano concordou em apresentar um pedido formal de desculpas a Trump pelo vazamento dos dados fiscais. Apesar disso, não haverá pagamento direto de indenização ao presidente.
Segundo o procurador-geral interino, Todd Blanche, o mecanismo servirá para reparar vítimas do que classificou como “uso político do sistema de Justiça”.
Questionado por parlamentares, ele não descartou que investigados pela invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 possam solicitar compensações financeiras.
O fundo provocou reação imediata entre democratas e entidades de fiscalização ética nos Estados Unidos. Críticos afirmam que a medida pode funcionar como um mecanismo de compensação para aliados políticos do presidente.
der republicano no Senado, John Thune, disse não ser “grande fã” da proposta.
Trump, por sua vez, afirmou que o fundo busca reembolsar pessoas que, segundo ele, foram tratadas injustamente pelo governo do ex-presidente Joe Biden.
Segundo veículos da imprensa estadunidense, o republicano desistiu da ação após surgirem sinais de que o juiz do caso poderia aprofundar questionamentos sobre a legitimidade da disputa judicial.
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