A elite brasileira é criminosa e se vale da impunidade

Bruna Lombardi está em constante evolução, pessoal e profissional. Aos 68 anos, carrega um largo currículo: escritora, roteirista, atriz, produtora e apresentadora. A sua alma inconstante faz com que ela nunca aceite os padrões impostos por uma sociedade que tende a colocar o outro em lugar silenciado: “Você só pode ser feliz enquanto o seu coletivo for feliz. Não existe felicidade individual. Estamos todos conectados”, afirmou.

Nesse emaranhado que é a existência humana, ela entende que figuras como Jair Bolsonaro são acidentes de percurso, e para libertar-se delas, é preciso deixar de lado as mazelas enraizadas na sociedade há tempos, como o machismo e o racismo. É preciso também construir um novo horizonte para que se erga uma nova sociedade.

“Vivemos em um País desigual onde, para alguns, não existe a lei. Eles estão acima da lei. Eu vivo nessa indignação, imagino que todos nós vivamos”, disse Bruna à ISTOÉ.

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