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CNI: faturamento da indústria sobe 1,2% em novembro, mas emprego recua

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Os dados foram divulgados na tarde desta segunda-feira (19/1). A retração no emprego foi de 0,2%

O faturamento da indústria de transformação teve expansão de 1,2% em novembro na comparação com outubro. O dado faz parte dos Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (19/1), conjunto de informações que também destacou o recuo de 0,2% no emprego no período.

O crescimento de 1,2% no faturamento da indústria veio após uma sequência de três quedas consecutivas. No ano (de janeiro a novembro), a indústria soma uma elevação de 0,3%, quando a comparação é feita com o mesmo período do ano anterior.

“Esse crescimento acumulado do faturamento se tornou menor a cada mês do ano passado, reforçando as projeções de perda de ritmo da indústria, principalmente no segundo semestre de 2025″, afirma o gerente de análise  econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Emprego

O indicador de emprego apresentou retração de 0,2% em novembro. A perda de fôlego no mercado de trabalho da indústria ganhou força a partir de setembro. Considerando apenas os dados de lá até novembro, a queda acumulada é de 0,6%.

De janeiro a novembro, a indústria apresenta elevação de 1,7% no emprego (de janeiro a novembro) na comparação com o mesmo período de 2024. O resultado resiste mesmo após a sequência negativa iniciada em setembro.

Outros dados sobre emprego:

  • Massa salarial teve expansão de 1,5% em novembro
  • Rendimento médio dos trabalhadores subiu 1,6% em novembro

Os dados do IBGE

A produção física da indústria, que é levantada com outra base de dados e metodologia pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou estabilidade em novembro de 2025.

Em comparação com novembro de 2024, a indústria recuou 1,2% na produção. Em 2025, acumula alta de 0,6%. Na soma dos últimos 12 meses — de novembro de 2024 a novembro de 2025 —, o avanço é de 0,7%.

Em novembro de 2025, as taxas ficaram negativas em duas das quatro grandes categorias econômicas. As duas com recuo foram: bens de consumo duráveis (2,5%) e bens intermediários (0,6%). Os avanços aconteceram em bens de capital (0,7%) e bens de consumo semiduráveis e não duráveis (0,6%).

Com informações do portal Metrópoles

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