O senador Magno Malta pagou um preço alto por ter se recusado a ser candidato a vice de Jair Bolsonaro. Agora, ele sofre uma espécie de ‘retaliação’ e ainda não recebeu o cargo que tanto quer – o de ministro, não importando a área. Augusto Heleno, futuro chefe do Gabinete de Segurança Institucional, foi claro: “ninguém está pensando em Magno Malta agora. Quando começa o governo? Em janeiro. Tem 40 dias ainda para pensar em Magno Malta”.
A reportagem do jornal O Globo relembra que “o senador Magno Malta (PR-ES) deu um chá de cadeira em Jair Bolsonaro quando, na pré-campanha, esperou até o último minuto para declarar oficialmente que não seria seu vice. Agora, quem aguarda é ele. Cotado para assumir um ministério que uniria as pastas de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Malta, segundo a equipe do presidente eleito, não é prioridade. Com a transição entrando na terceira semana, Bolsonaro ainda não anunciou se tem planos para o aliado capixaba”.
Segundo a reportagem, “a espera a que Malta sujeitou Bolsonaro foi de mais de um mês, de meados de junho a julho. Em entrevista ao Diário do Nordeste, em 11 de julho, o evangélico disse que era ‘importante no Senado’, insinuando que gostaria de ficar lá. Sua assessoria confirmou, ao GLOBO, que ele não seria vice. À época, Bolsonaro foi ao gabinete do senador tirar satisfação. Os dois abafaram o caso enquanto o pesselista buscava um plano B.”
CLICK POLÍTICA com informações de brasil247
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